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Editorial

Compromisso com o povo

18/04/2016 às 22:24
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O jornal de Umberto Calderaro Filho completa, nesta terça-feira (19), 67 anos de fundação e de circulação ininterrupta reafirmando seu compromisso com o valente povo do Amazonas, o povo de Ajuricaba, de Jefferson Péres, Gilberto Mestrinho, Bernardo Cabral e tantos outros que enobrecem nossa história e que tiveram em A CRÍTICA uma tribuna aliada e sem medo para  encarar poderosos de plantão, principalmente aqueles que a História se encarregará de levar para as profundezas do silêncio.

Isso porque a história de A CRÍTICA foi feita com coragem, inovação e atenção para o povo deste rincão mais verde do Brasil, atenção que se renova a cada edição, a cada caderno e a cada reportagem feita por uma equipe que sabe muito bem o que significa estar em A CRÍTICA.

Foi nas páginas de  A CRÍTICA que sucessivas gerações de amazonenses puderam pugnar por dias melhores, lutar o bom combate na defesa da Zona Franca de Manaus, por exemplo. Foi neste jornal, ousando enfrentar a ditadura, que políticos como Fábio Lucena, Mário Frota e diversos outros do MDB tiveram espaço para divulgar suas ideias e defender posicionamentos. Foi nele, que em jornadas épicas, deu-se voz a movimentos como as Diretas Já, a luta pela meia passagem dos estudantes no sistema de transporte coletivo de Manaus.

A CRÍTICA também marcou sua história pela defesa de valores e princípios que hoje estão disseminados por todos os veículos integrantes da Rede Calderaro de Comunicação (RCC). Foi daqui, por exemplo, que saíram edições especiais sobre eleições, mudanças sociais, meio ambiente e copas do Mundo, sobretudo a que garantiu a Manaus ser a sede de jogos. Neste último papel, teve a ousadia de fazer uma capa - o espaço mais nobre do jornal, em duas línguas, português e inglês.

Neste sentido, e ao reafirmar compromisso com as nossas futuras gerações, A CRÍTICA abre espaço para novas tecnologias de comunicação, com um portal de notícias que se renova e inova para manter os nossos velhos conhecidos leitores das páginas impressas em papel, mas também conquistar um público cuja vida e suas atividades está intimamente guiada pelas rede mundial.
É um compromisso, que se refaz a cada ano porque, como ensinou Umberto Calderaro, nós temos de estar sempre “de mãos dadas com o povo”.