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Sim & Não

‘Diziam que eu estava com o pé na cova’, diz Amazonino Mendes

08/07/2017 às 15:53 - Atualizado em 08/07/2017 às 15:55
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O ex-governador Amazonino Mendes (PDT) deu mostras de que vai dar trabalho aos adversários na eleição suplementar e sustentou que a idade não será empecilho para que ele percorra o interior do Amazonas em busca de votos para voltar ao comando do Estado. “Não tenho limites de saúde para isso. Estou disposto a trabalhar 18h por dia”, disse à coluna. Ele afirmou ignorar a pecha de “velho” para retornar ao governo. “Adoravam dizer que eu estava com o pé na cova. Isso é uma forma indigna de fazer campanha”. 

Curado

Amazonino Mendes admitiu que teve “problemas sérios” de saúde em relação à diabetes e no coração. “Me curei. Estou bem. Se não, não estaria me candidatando”.

Antenado

O ex-governador também demonstrou estar ligado aos avanços do mundo moderno. Questionado sobre como arcaria com os custos da eleição, disse: “Hoje você tem um caminho fantástico, que é a rede social. Mudou por completo a forma de fazer campanha. Aquelas exibições de poder acabaram. Eu adoro essa campanha, que é mais aproximada das ideias. É o máximo!”.

Pressa

Candidato pelo PT ao governo do Estado, o deputado José Ricardo fez uso de uma expressão que ficou famosa para ilustrar o que vai propor ao eleitor em sua campanha. “Temos que estancar essa sangria”. Nesse caso, ao contrário do ilustre senador Romero Jucá (PMDB), José Ricardo vai atacar a corrupção e mostrar o quanto essa “sangria” fez mal ao Amazonas. 

Só é pequena

A coligação Rede/Psol, dos candidatos ao governo  Luiz Castro e João Tayah, pode ser pequena no tempo de TV e nos recursos financeiros, mas demonstra proatividade nas ações jurídicas e boa interlocução com a população. 

Reação

“Fomos a coligação que mais recursos apresentou no STF contra a equivocada decisão de suspender o pleito eleitoral.  E somente três coligações o fizeram”, comentou o deputado estadual Luiz Castro.

Economia

Desde que implantou o programa “Justiça sem Papel”, o  Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ/AM) conseguiu economizar, em seis meses, R$ 700 mil com o envio de citações e intimações virtualmente. 

Celeridade

Além da economia, o judiciário amazonense também ganhou agilidade com o programa. Antes, havia citações e intimações que levavam entre 60 e 90 dias para chegar ao  destino. O “Justiça sem Papel” tornou a comunicação com órgãos cadastrados praticamente imediata. 

Pressão

O senador Eduardo Braga (PMDB) coloca em votação na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, na terça-feira (11), requerimento de sua autoria que convida o presidente da Infraero, Antônio Claret, a prestar esclarecimentos sobre a desativação do “Eduardinho” e a privatização do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

Efeitos

Braga se diz preocupado com a situação dos usuários do “Eduardinho”, terminal que atende exclusivamente o interior amazonense, e com o futuro dos mais de dois mil funcionários do setor no estado. O senador também quer saber se a autarquia já avaliou o impacto das decisões na economia do Amazonas.