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Editorial

Hora de participar

29/04/2016 às 23:27
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A campanha iniciada às 8h deste sábado para imunizar 940 mil pessoas no Amazonas é uma dessas ações que deve ter  de um lado a presença eficiente dos governos estadual e municipais para, de forma criativa, garantir a abrangência da vacina e, de outro, da população, principalmente a família. São mulheres grávidas, idosos, crianças e pessoas portadoras de doenças crônicas o público alvo da mobilização nacional. Sabe-se que em muitos casos, parte dessa população, se não for incentivada, apoiada até para sair de casa, não irá aos postos receber o medicamento.

Por isso, netos, filhos, sobrinhos, tios, os de sangue e os de coração estão igualmente convocados para  fazer valer a corrente de apoio e assegurar tanto em Manaus quanto nos demais municípios que o Estado imunize a maioria desse grupo.  Ao mesmo tempo, acompanhar com atenção como as equipes de profissionais da saúde irão atuar na garantia da vacinação contra a gripe influenza, a H1N1. As informações até agora divulgadas são de que o sistema está pronto para atender todas as pessoas desse grupo de risco, com quantidade de vacinas suficientes e profissionais capacitados para dar conta da campanha. O esperado é que assim funcione para o Amazonas sair dessa zona de risco de expansão da H1N1 com potência para agravar o quadro clínico de uma gripe e até levar a óbito o paciente. A imunização é a melhor saída tanto do ponto de vista do volume de recursos investidos, bem menor na prevenção que no tratamento das pessoas doentes, quanto na preservação do bem-estar das pessoas livrando-as de sofrimentos diretos ou indiretos.

Em Manaus, são  962 postos de vacinação, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e 4,5 mil profissionais envolvidos com a campanha. As pessoas poderão receber a vacina no horário de 8h às 17h, de hoje até o dia 20 de maio. No Amazonas, foram confirmados cinco casos da H1N1, com dois óbitos, e, em Manaus, 32 pessoas estão sob monitoramento porque apresentaram a Síndrome  Respiratória Aguda Grave (SRAG), possivelmente contaminadas pelo vírus da influenza. Criar uma rede de proteção, como se faz com as ações de vacinação, é o mecanismo que oferece a resposta mais segura e mais eficaz.