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Sim & Não

Relação com a base ainda é confusa

14/02/2019 às 08:24 - Atualizado em 14/02/2019 às 10:28
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A gestão Wilson Lima (PSC) ainda parece tatear no relacionando com a base aliada na Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM). Ontem, o líder do governo, Carlinhos Bessa (PV), precisou retirar de pauta uma mensagem do governo que pretendia liberar recursos do Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização para quitar dívidas da Saúde. O projeto também estendia à Sepror a liberação de recursos e foi alvo de críticas da própria base aliada. O assunto, agora, ganhará ampla discussão.

Recado

Partiu da deputada Alessandra Campêlo (MDB), vice-presidente da ALE-AM e membro da base do governo, o aviso de que o projeto não será votado às pressas. De acordo com ela, a proposta "precisa amadurecer". "Precisamos estabelecer critérios, cláusulas temporais, além do prazo que vai vigorar”, disse.

Aluna

Sete anos após se graduar em Direito, a deputada estadual e advogada Joana D’arc (PR) voltou ao banco da universidade. Ontem foi o terceiro dia da parlamentar no curso de Medicina Veterinária. Ela classifica a jornada como um “desafio pessoal”. O curso dura cinco anos. 

Motor

Joana D’arc diz encarar a nova graduação como combustível para contribuir ainda mais com a causa animal, bandeira que ela levanta antes mesmo de assumir uma vaga na Câmara Municipal de Manaus, em 2016. Aos 29 anos, ela afirma ser uma das mais velhas da turma. “Tô no meio da meninada”, brincou.

Agora vai 1

O Ministério Público do Estado (MPE-AM) instaurou um inquérito para investigar possível improbidade administrativa em um contrato entre a empresa Previna Programas Preventivos Ltda e o Estado do Amazonas por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O contrato tinha como fim a aquisição do livro “Droga Disfarçada de Estudante”.

Agora vai 2

Faz sete meses que o então deputado estadual Sabá Reis (PR) denunciou da tribuna da ALE-AM o contrato para compra dos livros e remeteu o caso ao crivo do Tribunal de Contas (TCE-AM) e ao próprio MPE. Com dispensa de licitação, cada volume da edição sairia a R$ 50. O valor global do contrato entre a Previna e a Seduc era de R$ 11,4 milhões.

Mexe e remexe

Também entrou no radar do MPE um contrato da Secretaria de Estado de Saúde e a empresa SJ Atividade Médica Hospitalar Ltda. Conforme inquérito aberto pelo promotor Ronaldo Andrade, a empresa tem um servidor da Susam no quadro de sócios ou responsáveis legais. O despacho cita Daniel Goulart Silva e Zena Hoelnner Goulart como investigados por improbidade administrativa.

Mais um

Ainda é alvo de inquérito, fruto de uma sentença trabalhista que foi compartilhada com o MP, a “contratação e manutenção de contratos irregulares (na Susam) com empresas integrantes do grupo econômico Maxxiplan”. A investigação apura suspeitas de corrupção. 

Meta

O vice-governador e secretário de Saúde, Carlos Almeida, esteve reunido com a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, em busca de parceria para aperfeiçoar o sistema de regulação do Estado que, nos últimos anos acumulou 98 mil pacientes. A redução da fila por atendimento médico é uma das prioridades da atual gestão.