Sábado, 19 de Junho de 2021

PGR encaminha prorrogação de atuação conjunta na Amazônia

Augusto Aras vai decidir sobre reedição da Força-Tarefa Amazônia, que deve ter nomenclatura atualizada


augusto_aras_foto_Antonio_Augusto_Secom_PGR_38C92BD7-71FF-406E-8942-909B47309228.jpg Procurador-Geral da República Augusto Aras. Foto: Antonio Augusto/Secom/PGR

Encerrada em fevereiro após dois anos de atividades, a Força-Tarefa Amazônia do Ministério Público Federal (MPF) deve ser reeditada com outro nome (sem a expressão "Força-Tarefa").

O pedido de prorrogação foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) que, esta semana, ao ser procurada pelo Sim&Não para falar sobre o assunto, respondeu por meio da assessoria de imprensa: "Já existem encaminhamentos para a prorrogação da atuação conjunta 'Amazônia', inclusive com ofício encaminhado aos membros do grupo".

O documento da PGR solicita mais informações sobre a atuação da antiga Força-Tarefa. Os procuradores que integram o grupo foram oficiados e, segundo apuração da coluna, as informações solicitadas já foram enviadas para Brasília.

Balanço divulgado pela assessoria local do Ministério Público Federal (MPF-AM) mostra que, em dois anos de atuação, a Força-Tarefa resultou em ações penais contra 208 denunciados - entre pessoas físicas e jurídicas - por ilícitos ambientais cometidos na região amazônica.

Concentradas nos estados do Amazonas e de Rondônia, houve 19 operações deflagradas pelo grupo de trabalho, que envolveram a articulação de 743 medidas de investigação autorizadas pela Justiça. 

Na prática, os procuradores membros do grupo que precisaram de auxílio em matérias de grande complexidade puderam designar o caso à FT durante o período de atividades, para serem auxiliados, sem perder a condição de procuradores naturais desses casos.


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