Olimpíadas da Floresta leva esporte e esperança ao interior do Amazonas
Equipe do portal acritica.com viaja mais de dez horas - pela estrada e de barco - para registrar as Olimpíadas da Floresta, no interior do Amazonas
Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro deixaram um legado de dívidas para a capital fluminense e para o País, mas no coração da floresta amazônica, mais precisamente na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã, na zona rural do município de Itapiranga (distante 339 km de Manaus), a passagem do maior evento do esportivo do mundo continua inspirando sonhos de crianças e adolescentes.
A origem
Foi na esteira do movimento olímpico brasileiro, que a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) criou as Olimpíadas da Floresta, competição que reúne diversas modalidades olímpicas – e até uma que já esteve nas primeiras edições dos Jogos da era moderna, a corrida de saco – com a missão de levar esporte, lazer e esperança para a garotada nas comunidades ribeirinhas mais distantes do Estado do Amazonas.
À convite da FAS, a equipe de reportagem viajou por aproximadamente 10 horas – entre estrada e rios – para cobrir os Jogos na comunidade de Jacarequara, na zona rural de Itapiranga. A competição foi realizada entre os dias 15, 16 e 17 de setembro. O resultado desta grande aventura do esporte, os leitores de A CRÍTICA e do portal acritica.com podem conferir a partir de hoje na série “Olimpíadas da Floresta”. O trabalho que se tornou um minidocumentário pode ser acessado no portal acritica.com.
O primeiro capítulo vai ao ar neste domingo (1). O segundo será veiculada nesta segunda-feira (2), e o último vai ao ar na terça-feira (3) de outubro.
A equipe de produção
A produção da série “Olimpíadas da Floresta” recebe a assintura do editor de esportes do jornal A CRÍTICA, Leanderson Lima e do repórter-fotográfico e cinematográfico Márcio Silva, com participação de Vitor Marques (FAS) nas imagens captadas por drone. A edição é de Raine Luiz.