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A Crítica
Parintins

Patrick Araújo, defende o item 11 – Toada, Letra e Música com “Brasil – Terra Indígena”

Ao final da apresentação uma faixa escrita "Brasil Indígena" fechou o momento com participação da filha de Chico Mendes

Publicado em 29/06/2025 às 22h44
Patrick Araújo, defende o item 11 – Toada, Letra e Música com “Brasil – Terra Indígena”
Foto: Junio Matos

PARINTINS, AM – O levantador de toadas, Patrick Araújo, defendeu o item 11 – Toada Letra e Música com “Brasil – Terra Indígena”, ao final da apresentação uma faixa escrita “Brasil Indígena” fechou o momento. Caetano Medeiros, amo do boi, versou em tom de desafio e trouxe um banco para arena escrito “tri”, em referência ao tricampeonato. Em continuação, Caetano cantou “parabéns para você” pelos cinco anos sem vitória do boi Garantido.

Em segundo ato, a figura típica regional, “O seringueiro da Amazônia”, assinada pelos artistas de alegoria, Makoy Cardoso e Nei Meireles, trouxe para arena Ângela Mendes, 56 anos, filha do seringueiro e sindicalista, Chico Mendes. A porta-estandarte, Marcela Marialva, surgiu do coração da alegoria que representava o ativista. Valentina Cid, sinhazinha, surgiu de uma arara azul que formava a alegoria.