Manaus qua, 4 nov
A Crítica
Polícia

Adolescente de 17 anos é o primeiro a ser assassinado em 2020 na capital

Josimar Santos Souza, 17, foi morto com sete tiros no bairro Compensa. Último caso de homicídio de 2019 ocorreu no loteamento Riacho Doce

Publicado em 01/01/2020 às 17h48 · Atualizado em 10/03/2022 às 21h06
Adolescente de 17 anos é o primeiro a ser assassinado em 2020 na capital
Foto: A vítima ainda foi levada com vida para Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, mas não resistiu aos ferimentos. Foto: Arquivo AC

A primeira vítima de homicídio de 2020 é o adolescente Josimar Santos Souza, 17, que por volta das 5h desta quarta-feira (1°) foi executado com sete tiros pelo corpo. O crime ocorreu no bairro da Compensa, Zona Oeste de Manaus. O mesmo ainda foi socorrido com vida e levado para o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Conforme registros do Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), as circunstâncias do crime ainda são desconhecidas, assim como os autores dos disparos que mataram o adolescente. O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). Ontem familiares da vítima não quiseram dar nenhuma informação sobre como aconteceu o crime.

Já o último homicídio de 2019 aconteceu por volta das 22h, na rua do Comércio, no loteamento Riacho Doce, bairro Cidade Nova, Zona Norte de Manaus. A vítima é Luan Mota Almeida, 22. O amigo dele Alessandro da Silva Gomes, 22, foi ferido com dois tiros, um no quadril e outro na mão direita, mas conseguiu sobreviver e está internado no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Danilo Corrêa, na Zona Norte.

De acordo com Alessandro, ele e os amigos encontravam-se na frente de uma casa conversando aguardando a queima de fogos da Virada do Ano, quando surgiu um carro de características não identificadas que desceu a ladeira em alta velocidade e os ocupantes do veículo atiraram na direção do grupo e acertou os dois.

Policiais da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investigam os casos. Até ontem, a polícia ainda não tinha pistas que identificasse os criminosos dos dois homicídios.