Terça-feira, 23 de Abril de 2019
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PROMESSA

Abastecimento de água na Zona Sul será normalizado neste domingo (17), diz Seminf

Obra em galeria de drenagem no bairro Praça 14 de Janeiro prejudicou o fornecimento de água em Manaus. Trânsito na rua Emílio Moreira deve ser liberado até terça-feira (19)


17/03/2019 às 10:34

Os transtornos causados pela obra de recuperação de uma rede de drenagem profunda na rua Emílio Moreira, bairro Praça 14 de Janeiro, na Zona Sul de Manaus, estão próximos do fim, segundo o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), Kelton Aguiar. Na manhã deste domingo (17), o secretário afirmou que o abastecimento de água seria normalizado ainda pela manhã e o trânsito será liberado no fim da tarde de segunda-feira (18) ou na madrugada de terça-feira (19).

Ainda segundo o secretário, a galeria de drenagem, que foi construída no fim da década de 60, rompeu, na tarde de quarta-feira (13), por fatores como a ligação clandestina de rede de esgoto onde seria apenas para captação da água das chuvas, mas foi recuperada e nas próximas quatro horas o abastecimento deve ser normalizado. O reparo na galeria onde está a tubulação danificada fica a 12 metros de profundidade, embaixo de uma casa.

“Era uma galeria muito antiga, do final dos anos 60, e foi se desgastando com ligações clandestinas feitas por algumas pessoas, por exemplo, mas a gente está em fase final. O próximo passo será aterrar e deixar no mesmo nível da via”, disse.

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O trabalho deve ser concluído completamente até o fim da tarde de segunda-feira (17) ou na madrugada de terça-feira (19), segundo o Aguiar. “Só vai faltar fazer o aterro e a pavimentação para devolver ao trânsito, o que deve acontecer no fim da tarde de amanhã (segunda-feira) ou pela madrugada de terça-feira. Só depende da contenção que precisaremos refazer ali naquelas casas que ficam abaixo do nível da rua”, explicou.

Apesar de ser uma obra fundamental na área, os moradores reclamavam dos transtornos causados pela falta de água. “Minha mãe está com câncer terminal e eu não tinha água nem para dar um banho nela. Eles não tiveram a consideração de mandar um carro pipa para distribuir água em outras ruas porque não é só a Emílio Moreira que foi prejudicada. Todos os moradores do bairro sofrem com esse transtorno”, disse Alexandre Cavalcante.

O morador disse que já gastou mais de 70 reais com a compra de água para não prejudicar a rotina da mãe dele. Segundo ele, alguns comerciantes do bairro aumentaram o preço dos garrafões de 20 litros após o início das obras e o fim do abastecimento de água.

“O garrafão era 5 reais, mas eles aumentaram para 7 reais. Eu já gastei mais de 70 reais porque não posso deixar minha mãe sem tomar um banho, sem roupa limpa e muito menos sem comida”, disse.

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