Manaus ter, 3 nov
A Crítica
Entretenimento

Alunos da Ufam produzem viral do Harlem Shake

O viral já tem exemplares gravados em todos os cantos do mundo.

Publicado em 22/02/2013 às 00h38 · Atualizado em 19/03/2022 às 18h20
Alunos da Ufam produzem viral do Harlem Shake
Foto: Alunos fazendo a performance de Harlem Shake

Alunos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) produziram um vídeo vídeo de trecho da música ‘Harlem Shake Harlem Shake ’ que se tornou viral na internet há algumas semanas. A gravação ocorreu na manhã desta quinta-feira (21), no próprio campus, na Avenida General Rodrigo Otávio, Coroado, na Zona Leste de Manaus.

O idealizador do vídeo vídeo foi o professor de Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, Danilo Egle. De acordo com ele, a proposta é analisar como um vídeo viral ganha proporção .

“Ministro uma matéria chamada Comunicação Comparada. Já estudamos as mídias tradicionais e agora estamos pesquisando o poder da internet. Vamos estudar a força de um viral e ver quantas visualizações nós conseguimos para saber se foi um sucesso”, comenta o professor

Fenômeno mundial

Já existem centenas de vídeos postados no Youtube com duração de 30 segundos em média de diversas partes do mundo, mas com a mesma premissa. Em todos eles, uma única pessoa começa a dançar a música Harlem Shake – do grupo eletrônico Baauer -, e logo depois há um súbito corte seco na cena, mostrando uma multidão ensandecida dançando (?) ao som do ritmo.

Produção

Para contar com participantes para o vídeo vídeo , Egle convocou seus próprios alunos e pediu para que os mesmos convidassem amigos de outros cursos da Ufam. Houve uma convocação formal aos interessados em participar do Harlem Shake por meio de redes sociais como o Facebook.

Uma hora antes da gravação, vários alunos lotavam o Hall do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) da Ufam fantasiados com diferentes indumentárias.

“O bacana de um vídeo vídeo que se torna viral é que ele acaba ganhando características do local onde ele foi realizado. Há as especificidades regionais junto com a proposta do vídeo original”, completou Egle.