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Cantora amazonense é indicada em prêmio internacional

Karine Aguiar concorre ao ‘Melhor do Brasil no Mundo’, na categoria ‘Melhor Cantora Brasileira’

Publicado em 12/01/2023 às 12h37
Cantora amazonense é indicada em prêmio internacional
FOTO: Adriano Sarmento

A cantora, compositora e pesquisadora Karine Aguiar foi indicada à premiação ‘Melhor do Brasil no Mundo’ na categoria ‘Melhor Cantora Brasileira’. O evento é organizado pela High Profile Magazine, com o objetivo de reconhecer o trabalho de brasileiros que residem no exterior. A cerimônia de premiação acontece em outubro no Palácio do Parlamento Britânico.       

A escolha do vencedor é divida em três fases. A primeira fase é de nomeação por iniciativa de outros brasileiros residentes no Brasil ou no exterior. A segunda fase está em andamento até julho deste ano, que é a fase da votação popular pelo Instagram da High Profile Magazine (@highprofilemagazine). Os cinco mais votados em cada categoria irão para a final e quem decidirá o vencedor será uma comissão técnica, que irá avaliar a trajetória de vida e a relevância profissional de cada candidato.

A amazonense radicada na Itália recebeu a indicação por meio do mineiro Antônio Cançado, que é fascinado pela Amazônia e, atualmente é conhecido em toda Europa como Monsieur Pão de Queijo. Atualmente, Karine está na segunda fase, ou seja, na votação popular. 

“É justamente nesta etapa que precisamos mostrar força e engajamento para conseguirmos muitos votos. Qualquer pessoa que possua Instagram pode participar e o voto só é considerado válido se seguir rigorosamente todas as etapas, disponíveis no meu Instagram @karineaguiarmusic”, ressalta Karine. 

Reconhecimento

Não é a primeira premiação que Karine Aguiar participa. Em 2014, ela foi premiada em Paris pelo ‘Portaildu Brèsilen France’ com seu primeiro álbum ‘Arraial do Mundo’, que recebeu o título de Melhor Disco de MPB na capital francesa naquele ano. Em 2016, a cantora foi finalista de um prêmio nacional, o Profissionais da Música, na categoria de Melhor Cantora de MPB com seu segundo álbum ‘Organic’. 

Para a artista, o sentimento em meio a tantos reconhecimentos é de imensa gratidão a Deus. “Certa vez um amigo me disse que ‘ser músico é uma profissão de fé’ e ele estava absolutamente certo, porque as dificuldades são imensas. Imediatamente, penso com muito amor na minha família e em cada pessoa que tem me apoiado em todos esses anos de carreira, seja nas redes sociais ou fora delas. E eu também não posso jamais esquecer os meus parceiros musicais espalhados pela Amazônia, por diversas regiões do Brasil, pela Europa e nos Estados Unidos, que têm acreditado no potencial do nosso Jungle Jazz”, contou. 

Karine, ainda, agradece aos profissionais da imprensa, que sempre acolheram seu trabalho com tanto respeito. E, por último, mas não menos importante, agradece às políticas públicas afirmativas para a cultura que têm financiado suas produções através dos editais públicos realizados pela Prefeitura de Manaus e pelo Governo do Amazonas, com suas respectivas secretarias de cultura. 

Projetos futuros

Ao ser questionada sobre seus projetos para o ano de 2023, a artista destaca que o primeiro deles é trazer o prêmio de ‘Melhor Cantora Brasileira no Mundo’ para o Amazonas. Karine reforça que muito se olha para o eixo Sul e Sudeste e até mesmo para o Nordeste, mas o Norte ainda segue com pouca representatividade a nível nacional e internacional. 

“Quero poder ocupar esse lugar fazendo um bom trabalho e, quem sabe, abrir caminho para que outros artistas amazonenses também possam se estabelecer com suas produções em um contexto mundial. Quando um de nós vence, todos vencemos e as pessoas passam a olhar mais para nós”, frisou. 

A cantora destacou que está trabalhando para apresentar um novo álbum no último trimestre deste ano. Além disso, tem os shows pela Europa, que serão anunciados em breve.

Trajetória

Karine Aguiar atua na música desde os seus 12 anos. Decidiu se tornar uma cantora profissional quando começou a estudar canto lírico aos 15 anos. Foi na noite e nos bares de Jazz que começou, de fato, a se sustentar com o dinheiro que vinha da música. Desde então, nunca parou. Atualmente, reside na Itália, onde continua tocando sua carreira artística e atuando como preparadora vocal do Gen Rosso InternationalPerforming Arts Group.