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Priscila Fantin e Bruno Lopes trazem comédia romântica a Manaus

Os atores revelaram detalhes sobre a peça 'Precisamos Falar de Amor Sem Dizer Eu Te Amo' ao BEM VIVER TV

Publicado em 30/05/2022 às 16h51 · Atualizado em 30/05/2022 às 17h07
Priscila Fantin e Bruno Lopes trazem comédia romântica a Manaus

Em breve, Priscila Fantin e Bruno Lopes desembarcam em Manaus para falar e deixar uma importante mensagem sobre o que é o amor. O casal de atores protagoniza a peça “Precisamos Falar de Amor Sem Dizer Eu Te Amo”, uma comédia romântica regada à diversão e entretenimento. A apresentação será no Teatro Manauara, no dia 5 de junho (domingo), em sessão às 18h. Os ingressos estão à venda no aplicativo ou site BaladApp, bilheterias físicas do Teatro Manauara (no Piso Buriti do Manauara Shopping) ou na Oba Ingressos do Millenium Shopping. 

Em “Precisamos Falar De Amor Sem Dizer Eu Te Amo”, Priscila Fantin interpreta Pilar, enquanto Bruno Lopes dá vida ao personagem Bento, jovens viúvos que se conhecem virtualmente quando decidem se aventurar em um aplicativo de paquera. Segundo a sinopse, “a peça começa no momento do primeiro encontro e os personagens dividem seus pensamentos, dúvidas e particularidades com a plateia […]”.

“A peça é muito atual. A gente fala de um casal que tá se encontrando num aplicativo: são dois viúvos, duas pessoas que estão machucadas por um passado, que tão com medo, porque o novo sempre traz um receio. A peça é altamente identificatória: a plateia fica muito ‘embriagada’ de se enxergar naquelas situações, porque todo mundo sabe de histórias de primeiros encontros, seja de um amigo, de um conhecido ou a própria história”, comenta Priscila Fantin, em entrevista ao BEM VIVER TV, enquanto seu esposo e parceiro de cena, Bruno Lopes, enfatiza essa identificação com o público.

“Costumamos dizer que não fazemos a peça para o público, e sim com o público. Eu e a Pri somos muito abertos a improvisos, então, quando cabe, a gente às vezes até quebra a peça, pra fazer algum momento Bruno e Priscila, enquanto casal, atores e pessoas falando sobre várias coisas; e isso é muito divertido também, faz com que o público fique cada vez mais a vontade com a gente”, diz ele. 

Figurino, cenografia e luz
A composição de figurino mostra e reflete muito sobre como é cada personagem. A cenografia é minimalista e composta por duas poltronas infláveis que, para os protagonistas, são mais que suficientes em cena, junto à luz, que também compõe o cenário desenhando a porta, e algumas coisas dentro da casa. “O espetáculo em si, é o espetáculo de dois atores contando uma história linda de amor. A luz, o cenário e o figurino ajudam a contar essa história – eles não são aquelas coisas mirabolantes que, às vezes, até roubam cena, sabe!?”, ressalta Fantin. 

Convite
A peça foi escrita por Wagner D’Ávila especialmente para Priscila e Bruno, a partir de um pré-argumento (que abrange a doação de órgãos) e o convite para fazerem uma apresentação beneficente em Maputo, Moçambique, em prol do instituto Hakuma. “[Após o convite] eu e a Pri começamos a pensar em algumas coisas, conversei com algumas pessoas, lembrei do Wagner – que eu já tinha trabalhado com ele fazendo uma série, contei pra ele como era o projeto, e ele ficou encantado!  Topou na hora! Ele já tinha um argumento e um título”, relembra Lopes. 

Após o jantar para tratar sobre o projeto, D’Ávila começou a escrever – o tempo era curto. O casal de atores não tinha apoio nem patrocinadores: eles usaram recurso próprio “por vontade de ajudar mesmo, que é uma coisa que a gente sempre fez e continua a fazer até hoje”, complementa Bruno, que atua e dirige o espetáculo ao lado de Priscila. Eles também são responsáveis por criar os figurinos, a luz, etc.

Projetos
Além da peça em turnê, o casal se dedica, ainda, a outros projetos. “A Pri tá fazendo um filme; tem série; têm coisas que a gente tá produzindo – a nossa empresa produtora trabalha muito. A gente sabe que essa peça tem muitos frutos para dar, precisamos voltar, principalmente nesse pós-pandemia – o  período menos crítico, pois sabemos que essa mensagem do amor tem sido incrível”, destaca Bruno. 

“Eu acho que é muito bonito falar de amor, porque as pessoas falam muito que amam, mas não vivenciam, às vezes, o amor, de fato, né!? A palavra acaba se banalizando e a gente gosta de fortificar. Existe amor de pai por filha; amor do luto; amor de um relacionamento que tá pra começar; a doação de órgãos que, nesse caso, é a maior manifestação de amor que um ser humano pode fazer para o outro, sem saber quem é. Então, acho que é muito importante a gente conseguir plantar uma sementinha do amor ou regar uma linda árvore do amor que tá dentro do coração de cada pessoa”, conclui Priscila.