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A Crítica
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Após sofrer com erro de arbitragem, Fast publica nota de repúdio

Empate em 2 a 2 contra o Moto Club poderia ter tido placar diferente se arbitragem marcasse pênalti inquestionável para o time amazonense

Publicado em 08/12/2020 às 19h58 · Atualizado em 09/03/2022 às 13h12
Após sofrer com erro de arbitragem, Fast publica nota de repúdio
Foto: Lance, claríssimo, não foi marcado pela arbitragem (Foto: Reprodução / MyCujoo)

Nesta terça-feira (8), o Fast Clube publicou uma nota de repúdio em suas redes sociais, dissertando sobre a atuação da arbitragem no jogo de ida, contra o Moto Club-MA, válido pela segunda fase da Série D.

O jogo realizado no estádio Nhozinho Santos, que terminou em 2 a 2, poderia ter tido um placar diferente, já que um pênalti – claríssimo – não foi marcado em favor do clube amazonense. Jose Wellington Bandeira (árbitro principal), Edson Glicerio dos Santos e Fabio Faustino dos Santos (assistentes 1 e 2) formaram o trio de arbitragem da partida – todos do Espírito Santo. Jose Henrique de Azevedo Junior, do Maranhão, foi o 4° árbitro.

Confira na íntegra a nota de repúdio do Fast

O Fast Clube, manifesta o seu total repúdio quanto a atuação desastrosa do árbitro José Wellington Bandeira, do Espírito Santo, em partida realizada no último domingo, no empate em 2×2 contra a equipe do Moto Club (MA), válido pela primeira partida da segunda fase da Série D.

Aos 33 minutos do segundo tempo, o atacante Dija Baiano do Fast Clube, ao tentar um cruzamento para área, foi interceptado pelo zagueiro Guilherme do Moto Club – que dentro da área e de forma intencional, clara e imprudente – botou a mão na bola, configurando pênalti, não assinalado pelo árbitro.

O lance, sem dúvida alguma, era de extrema facilidade, porquanto o atleta adversário se encontrava com o braço complemente aberto. Sendo o lance, inclusive comparado a um bloqueio de voleibol e a defesa de um goleiro.

Também deve ser levado em consideração a omissão dos assistentes e do quarto árbitro (local) que em momento algum tentaram auxiliar o árbitro na grotesca falha.

Destacamos que, somos o único representante do Estado do Amazonas na competição, e realizamos um trabalho sério e profissional, buscando elevar o patamar do nosso futebol, porém, não se pode deixar passar batido um lance fácil, no qual o árbitro errou de forma amadora, o que prejudica o trabalho de todo um grupo que luta pelo crescimento profissional.

Outrossim, os clubes de futebol quando cometem qualquer irregularidade são punidos, ou seja, a atuação do árbitro nessa partida, não pode passar impune. Não podemos fechar os olhos como se fosse um erro comum, pois o lance era fácil e até um principiante marcaria.

Solicitamos que a Federação Amazonense de Futebol, não seja mais uma vez omissa, e que diligencie perante a Confederação Brasileira de Futebol, para que as medidas legais sejam tomadas, evitando assim, que erros grotescos e cruciais como o ocorrido, não prejudiquem mais uma vez o espetáculo, que devem se restringir aos artistas do campo.

Por fim, ressaltamos que não temos a intenção de influenciar ou causar qualquer tipo de pressão, apenas temos o dever e a obrigação de cobrar os responsáveis, que atuem dentro do regramento legal e ético.

Sem resposta

Citada na nota do Fast , a Federação Amazonense de Futebol (Faf) foi procurada pelo A Crítica. Porém, o diretor de competições da entidade, Roberto Peggy, afirmou que não se manifestaria a respeito.