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A Crítica
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ASA vence troféu Lucianne Barroncas

O jogo que decidiu o título para o ASA foi contra o Sesi e terminou empatado em 4 a 4. Nos pênaltis, o ASA-CMM A venceu por 3 a 0

Publicado em 16/11/2021 às 20h01 · Atualizado em 08/03/2022 às 21h32
ASA vence troféu Lucianne Barroncas
Foto: Divulgação

No último sábado,a piscina do Sesi recebeu o Campeonato de Polo Aquático Troféu Lucianne Barroncas. Ao todo, cinco equipes participaram do torneio e o time que representava a Associação dos Sargentos da Amazônia (ASA), o ASA-CMM A levou a melhor, seguido da Aquática Amazonas, em segundo, e do CETAM/Sesi, que completou o pódio.

O jogo que decidiu o título para o ASA foi contra o Sesi e terminou empatado em 4 a 4. Nos pênaltis, o ASA-CMM A venceu por 3 a 0. Nos prêmios individuais, o goleiro Bruno Silva, do ASA-CMM A foi o menos vazado da competição e Richard Lucas, da Aquática Amazonas, o artilheiro com seis gols.

A técnica do ASA e homenageada do dia, Lucianne Barroncas disse que a competição foi importante para disseminar a modalidade e encontrar novos talentos. “Eu faço as brincadeiras com polo no ASA desde o início, então quem jogou são atletas da natação que se divertem jogando polo e, quem sabe, não se tornem atletas no futuro. Nem todo mundo tem vocação para se destacar no esporte individual, que é a natação, então o polo é uma opção para eles desenvolverem o potencial. Infelizmente o polo aquático não é uma modalidade conhecida aqui e que os clubes incentivem, apesar de terem uma atleta olímpica, a única da região norte entre homens e mulheres”, disse Lucianne, que chegou a disputar dois Mundiais, Jogos Pan-Americanos, onde foiBronze em Toronto 2015, e as Olimpíadas do Rio de Janeiro com a seleção brasileira, além de ser nove vezes campeã brasileira como Clube Pinheiros.

“Foi muito emocionante (receber a homenagem levando o nome do troféu) principalmente porque fiz essa transição de ser atleta para ser treinadora e é muito gratificante ver que meus atletas de natação tem essa referência por mim e que gostam das duas modalidades. Aminha ideia é essa, incentivar as duas modalidades em que eu fui atleta profissional e de seleção brasileira. Fiquei muito feliz”, declarou.

Artilheiro da competição e atleta da seleção amazonense de polo aquático, Richard Lucas disse que voltar a ter torneios da modalidade é positivo para garantir o futuro da modalidade.

“Foi muito positivo por conta do número de pessoas novas que participaram do campeonato que estão conhecendo o polo aquático. É bem interessante para fazer com que as pessoas se motivem ainda mais em continuar conhecendo e praticando o esporte e para que a gente tenha uma nova geração de polo aqui”, comentou o atleta que, recentemente disputou a segunda divisão do Norte-Nordeste em Recife e garantiu o quinto lugar com a seleção amazonense.

Seguindo com atônica de renovação, a abertura da competição contou com uma partida formada por times de nadadores de 8 a 12 anos, algo que para a presidente da Federação Amazonense de Desportos Aquático (FADA), Cláudia Nobre é uma necessidade para o polo aquático amazonense.

“O intuito da competição foi para que possamos descobrir novos talentos. Precisamos renovar. Queremos massificar este esporte como estamos fazendo com a natacão. Nossa ideia é incentivar os clubes na prática de polo aquático e realizar competições, chamando, inclusive, os atletas da natação que param de nadar”