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A Crítica
Esportes

Brasil tenta recuperar prestígio no futebol

Publicado em 16/06/2023 às 16h01
Brasil tenta recuperar prestígio no futebol

Historicamente, nenhuma nação simboliza tão bem o futebol quanto o Brasil. O prestígio do país, entretanto, vem sendo abalado ao longo dos últimos anos. Isso porque a seleção tem colecionado fracassos na Copa do Mundo e a qualidade dos jogadores brasileiros vem decaindo consideravelmente. Com isso, a luta da “amarelinha”, agora, é para recuperar o prestígio. Muitos torcedores se perguntam se isso acontecerá. Se você gosta de prever resultados esportivos, veja nosso artigo e dê os seus palpites.

Desde 2002, quando conquistou o seu último Mundial, a seleção brasileira vem colecionando maus resultados. Nas últimas cinco participações em Copas do Mundo, o Brasil foi eliminado quatro vezes nas quartas de final. Quando conseguiu ir além e chegou à semifinal, acabou sofrendo uma derrota bastante amarga, em casa: 7 a 1 para a Alemanha.

A queda da seleção brasileira é reflexo da queda da qualidade dos nossos jogadores. Antes, havia tantos craques que, frequentemente, “injustiças” eram cometidas nas convocações para a Copa do Mundo. Em 2002, por exemplo, ficaram de fora nomes como Romário, Djalminha e Alex. Os três jogadores seriam, hoje, titulares absolutos da seleção brasileira.

De todo modo, o Brasil tem pela frente uma luta para recuperar o seu prestígio no futebol mundial. Ao longo dos últimos anos, a principal referência da seleção vinha sendo Neymar. O camisa 10, porém, já está entrando na fase final de sua carreira.

Com isso, Vinicius Jr. aparece como o principal candidato a substituí-lo na missão de liderar a seleção. Embora seja menos talentoso que Neymar, o atacante merengue já mostrou que aguenta pressão e é decisivo em jogos grandes, uma das principais falhas na carreira do “menino Ney”.

Em sua missão, Vini Jr. terá a companhia de outros jovens talentosos. Um deles é o seu companheiro de equipe Rodrygo. Outros nomes que terão muitos anos para vestir a amarelinha são Gabriel Martinelli, Bruno Guimarães, Éder Militão, além de apostas como Vitor Roque e Endrick.

Portanto, com uma nova geração em ascensão, é difícil prever aonde o Brasil poderá chegar nos próximos anos. É verdade que o passado recente não foi muito animador, então é normal que haja certa reticência.

A seleção ainda tem três anos para montar um time e fazer uma exibição à altura de sua história no próximo Mundial. Mas, para voltar a ser protagonista, o Brasil precisa repensar as suas categorias de base. O futebol arte sempre foi um patrimônio nosso, mas não é possível contar com jogadores que só têm gracinhas a oferecer.