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A Crítica
Esportes

Equipes jogam paralelo para voltar à disputa principal de título do Peladão

Dezesseis times foram salvos pela rainha e retornaram para a disputa do torneio paralelo, buscando uma única vaga restante nas oitavas de final da categoria principal do Peladão

Publicado em 22/12/2017 às 22h43 · Atualizado em 13/03/2022 às 05h13
Equipes jogam paralelo para voltar à disputa principal de título do Peladão
Foto: Primeira rodada do torneio paralelo aconteceu nesta quarta-feira (20), onde oito times avançaram. (Fotos: Antônio Lima)

Chegou a hora delas fazerem a diferença. As rainhas deram uma segunda chance para dezesseis times, que se enfrentam buscando uma vaga na reta final do Peladão. Nesta semana, o clima já foi de decisão nos oito jogos que marcaram a primeira rodada.

Nesta fase da competição, as histórias de eliminações sofridas são superadas na busca pela classificação. “Perdemos entre os cento e vinte, foi uma coisa do destino. Nosso goleiro se machucou, jogamos sem goleiros e nosso time tomou gols bestas. Agora estamos aqui para lutar. Queria agradecer nossa rainha, Hellen Oliveira, que nos colocou aqui e vamos honrar, vamos para cima porque é hora de fazer história”, garantiu o presidente do Ghana FC, Thaylison Alves, após uma histórica recuperação diante do Atlético New City, já que chegou a estar perdendo por 2 a 0, mas empatou e venceu nos pênaltis, no Campo do Cean, São Francisco, Zona Sul..

O campo do Cean também foi palco de emoções distintas para uma mesma equipe. O mesmo lugar foi palco da eliminação do Chape Alvorada e do ressurgimento do time na última quarta-feira (21). “Por incrível que pareça, nós perdemos aqui mesmo no Cean e estamos voltando. Estávamos bem focados, nos concentramos bem para o primeiro jogo do paralelo, nosso objetivo era esse é ir degrau por degrau”, analisou o técnico e presidente do time, Lorran Azevedo, após o time avançar na disputa do paralelo vencendo o Vitória do Morro da Praça 14, também na disputa de pênaltis. O time que disputa o Peladão desde 2009 foi salvo pela rainha Nathália Souza, que chegou a disputar o Peladão a bordo.