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A Crítica
Esportes

FIA rejeita protestos da Mercedes e mantém título com Max Verstappen

Em documento, a Federação Internacional de Automobilismo respaldou a decisão do diretor de provas quanto à determinação para manter e retirar o carro de segurança da pista

Por Reuters
Publicado em 12/12/2021 às 21h01 · Atualizado em 08/03/2022 às 20h47
FIA rejeita protestos da Mercedes e mantém título com Max Verstappen
Foto: (Foto: Getty Images)

A FIA rejeitou os protestos da Mercedes sobre os eventos no Grande Prêmio de Abu Dhabi, depois que um Safety Car atrasado foi chamado em um final dramático, com a equipe posteriormente apresentando sua intenção de apelar da decisão.

Max Verstappen ultrapassou Lewis Hamilton na última volta da corrida depois que um Safety Car emergiu para a queda de Nicholas Latifi a cinco voltas do final do Grande Prêmio de Abu Dhabi de 58 voltas.

Trinta minutos após a corrida, a equipe da escuderia alemã protestou contra a classificação final, questionando especificamente uma “alegada violação do Artigo 48.12 dos Regulamentos Desportivos de Fórmula Um da FIA de 2021”, ao mesmo tempo que citou outra violação do Artigo 48.8 em um protesto separado.

Um documento divulgado pela FIA na tarde – noite, em Abu Dhabi – de domingo dizia: “O artigo 15.3 permite ao Diretor de Corrida controlar o uso do safety car, o que em nossa determinação inclui seu acionamento e retirada.

Entenda o caso

A equipe Mercedes apresentou um protesto, neste domingo (12), após Max Verstappen, da Red Bull, vencer o Grande Prêmio de Abu Dhabi e derrotar o heptacampeão mundial de Fórmula 1 Lewis Hamilton para conquistar o título de 2021 com uma ultrapassagem na última volta.

A equipe, que garantiu o título de construtores pelo oitavo ano consecutivo, protestou contra duas supostas violações das normas esportivas após o safety carentrar na pista no final da corrida.

Uma declaração dos comissários de prova disse que a Mercedes havia protestado “contra a classificação estabelecida no final da competição”, argumentando que houve uma violação do artigo 48.12.

Verstappen tinha retardatários entre ele e Hamilton após entrar nos boxes com o safety car na pista e o tempo da corrida acabando.

O diretor de prova, Michael Masi, decidiu que apenas cinco retardatários entre os dois rivais na disputa pelo título deveriam ser autorizados a recuperar a volta, ao invés de todos os retardatários, como é o procedimento usual.