Goleiro do Iranduba dispara contra arbitragem: ‘É sempre contra a gente’
Arqueiro Victor Hugo foi pivô no lance que resultou no pênalti e garantiu empate ao Rio Negro
Os primeiros três pontos do Iranduba escaparam entre os dedos, na partida contra o Rio Negro, na tarde desta quarta-feira (15), no estádio Ismael Benigno. Ou melhor, podemos definir que foi por uma “mão inteira”, pois foi assim que a equipe de arbitragem comandada por Dimmi Yuri das Chagas definiu o pênalti que garantiu o segundo gol ao Galo e deu números finais ao jogo.
Na jogada em questão, Victor Hugo sobe para socar a bola e supostamente teria agredido o atacante Vitinho, do Rio Negro, ao descer da jogada. Na súmula, o árbitro definiu que o goleiro golpeia o adversário de forma temerária na disputa de bola. Em entrevista pós-jogo, o arqueiro admite ter acertado o atacante do Galo, mas definiu a ação como involuntária.
“O contato foi involuntário, não foi nada, eu tirei a bola, sair de soco e quando eu cair, acabei acertando minha mão no rosto dele, mas já estava caindo no chão, nem vi quem estava perto do lance, poderia ser um jogador meu, ou dos caras, mas isso aí não existe, quem deu o pênalti foi o 4° árbitro, que tava no meio do campo, o árbitro e os assistentes não deram nada, aí vem o 4° árbitro do outro lado do campo para prejudicar a gente, isso não existe e é sempre contra a gente”, disse Victor Hugo.
Com o empate, o Iranduba chegou aos dois pontos e ocupa 8ª posição do certame. Na próxima rodada, no sábado (18), às 15h30, também na Colina, a equipe do técnico Kleber Paulista terá o Manaus pela frente. O Hulk está na frente só do Operário, que ainda não pontuou no Campeonato Amazonense e estar com a lanterna.