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Avião em que Marília Mendonça estava tinha irregularidades na Anac

Ministério Público Federal cobrou respostas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sobre situação de jatinho que levava cantora para show em Minas Gerais

Publicado em 05/11/2021 às 22h09 · Atualizado em 08/03/2022 às 21h46
Avião em que Marília Mendonça estava tinha irregularidades na Anac
Foto: Divulgação/ARquivo AC

A Procuradoria da República em Goiás enviou uma notícia de fato à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), , em junho deste ano, solicitando ao órgão público que se manifestasse sobre suposta aomissão em fiscalizar possíveis irregularidades da empresa PEC Táxi Aéreo. A empresa é proprietária do avião que caiu em Caratinga, Minas Gerais, nesta sexta-feira (05), que causou a morte da cantora Marília Mendonça. A informação é do repórter da CNN Vital Neto.

Conforme a denúncia da Procuradoria, a PEC Táxi Aéreo não estaria respeitando leis trabalhistas, como a jornada de trabalho e regulamentação de descanso dos pilotos e da tripulação. Além disso, a empre sa estaria operando com equipamentos de segurança em desacordo com as normas de segurança. De acordo com informações que a CNN teve acesso, a empresa teria obtido vantagens por meios ilícitos em licitações nos estados de Rondônia e Roraima e a aeronave que caiu em Caratinga, de prefixo PT-ONJ estaria com problemas no para-brisas, o que causava prejuízo visual em pousos e decolagens.

De acordo com a denúncia obitida pela CNN, o documento foi enviado em 14 de junho e o Ministério Público Federal deu 20 dias à Anac para prestar esclarecimentos. Até o momento, nem o MPF, nem a Anac ou a empresa PEC Táxi Aéreo comentaram o documento.

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