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Burocracia gera atraso na campanha

Publicado em 26/08/2018 às 11h29 · Atualizado em 13/03/2022 às 22h51
Burocracia gera atraso na campanha

Ainda tímida nas ruas da cidade, a campanha eleitoral desse ano só deve começar de fato quando o programa eleitoral for ao ar, na próxima sexta-feira. É o que preveêm caciques políticos, avaliando que o principal entrave para a confecção de material “de rua” são os obstáculos burocráticos encontrados na hora de abrir as contas de campanha. São elas que permitem aos partidos repassarem verba para os candidatos. Sem conta, não há dinheiro nem para patrocinar postagens nas redes sociais.

O tempo   Candidato ao Senado na chapa de Amazonino Mendes (PDT), Alfredo Nascimento (PR) “anunciou”, em live do portal A Crítica, a aposentadoria  do aliado logo após o futuro mandato (2019/2022): “Chega a hora que a gente tem que parar porque idade e tempo nos obrigam”.

Tarrafa  Plínio Valério (PSDB), que tentará pela terceira vez ser eleito senador, revela que até hoje os eleitores comentam com ele sobre a propaganda de TV de 2002 em que lançava uma tarrafa ao rio. Algumas cenas da boa e velha “caboquice” serão reeditadas este ano, diz ele, mas nada de tarrafa: “Acho que não consigo mais”.

Pra valer   Luiz Castro (Rede)  apresentou na live de A Crítica os documentos registrados em cartório em que abre mão de privilégios assegurados a senadores, como aposentadoria  e plano de saúde vitalícios, auxílio moradia e salário extra.

Pra valer  2  Só com o plano de saúde vitalício (que vale para senadores, cônjuges e dependentes), o Brasil gastou R$ 350 milhões ano passado. “São privilégios que não cabem mais no país, com mais de 25 milhões de desempregados”, pontua Luiz Castro.

‘Luizes’  Luiz Castro estará esta semana em um debate especial, promovido pelo grupo Educar para a Cidadania, entre ele e o candidato do Psol Luiz Fernando Santos. Formado por professores da Ufam, o grupo também apresentará aos dois propostas da categoria.

Know how  Apostando em sua experiência na área (e ignorando as polêmicas pós-massacre no Compaj) a Umanizzare se organiza para disputar a próxima licitação do sistema penitenciário do Estado, anunciada pela atual administração estadual.

Intricado  O porta-voz da Umanizzare, André Caires, afirma que a complexidade dos serviços prestados em unidades  prisionais limita o número de empresas aptas a participar desse tipo de licitação. A Umanizzare emprega hoje mais de 1,5 mil colaboradores.

Vitória   Luiz José Fernandes e Ana Lucia Almeida tomaram posse dia 23 como diretores Administrativo e de Crédito da Afeam após terem os nomes aprovados pelo Banco Central. O episódio foi celebrado pela presidente eleita da agência, Iolane Machado da Silva.

Vitória 2  Indicada para o cargo em março, Iolane tenta há meses tomar posse legalmente na Afeam. Ela atribuiu a demora à articulações de um grupo de diretores, nomeados pelo ex-governador José Melo, que tenta “manter privilégios”.

Diploma    Levantamento feito em 10 abrigos de venezuelanos mantidos pelas Forças Armadas no Brasil mostrou que 26% tem curso superior e 2% são pós-graduados. Os dados foram apresentados semana passada, em Manaus, pelo coronel do Exército  Georges Feres Kanaan.

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