Coordenação do Peladão realiza entrega de bolas para instituições carentes
Foram doadas 80 bolas para o Abrigo Moacir Alves, voltada para o acolhimento de crianças e adolescentes com deficiências (neurológica e física) que se encontravam sob risco pessoal e social
O Peladão é mais que futebol! Além do show com a bola no pé, o maior campeonato de peladas do mundo também prioriza o lado social, e nesta quarta-feira (18), doou 80 bolas para o Abrigo Moacir Alves, localizado no bairro Alvorada 1, zona centro-oeste de Manaus.
A instituição é voltada para o acolhimento de crianças e adolescentes com deficiências (neurológica e física) que se encontravam sob risco pessoal e social. O coordenador técnico do Peladão, Sidniz Filho, destacou a presença da coordenação, além da rainha do Peladão, Suzane Souza. Na visita, a coordenação pôde acompanhar as atividades do local e firmou o compromisso do torneio com o lado social.
“É uma instituição de muita seriedade, muita atenção, muita dedicação dos seus profissionais, dando amor, e tudo precisa, nem sempre a família é suficiente. A coordenação do Peladão, juntamente com a rainha do Peladão em 2024, passamos uma manhã de muita felicidade, pessoas trabalhando para o bem do próximo. A gente sempre, se houver oportunidade, estaremos participando com doação de algum dos nossos produtos”, explicou.

(Foto: Paulo Bindá/A CRÍTICA)
Próxima missão
Nesta quinta-feira (19), a coordenação do Peladão segue com as doações, desta vez no Educandário Gustavo Capanema. A instituição ajuda crianças em situação de risco pessoal e social, tais como: abandono e negligência familiar, carência econômica e social, orfandade total ou relativa, violência doméstica, deficiência física e mental, vítimas de exploração e egressos de zonas ribeirinhas.
“Estaremos levando bolas para doação para a alegria dessas crianças. Esperamos também ter uma manhã interessante muito prazeroso com as crianças que estudam, e os professores e monitores que trabalham no local. É uma participação social do Peladão, que valorizamos, tanto o Peladão, quanto a empresa que trabalhamos”, contou Sidniz.