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A Crítica
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Excesso de trabalho faz mal à saúde e à empresa, aponta estudo

Universidades americanas constataram as causas com base no excesso de atividade. O dia de trabalho de 12 horas diárias não é uma opção sensata

Publicado em 25/03/2013 às 00h23 · Atualizado em 12/03/2022 às 06h20
Excesso de trabalho faz mal à saúde e à empresa, aponta estudo

Um estudo recente da Universidade Harvard concluiu que trabalhadores que não dormem o suficiente custam a empresas americanas US$ 63,2 bilhões (R$ 127,13) por ano em produtividade perdida. Outro estudo concluiu que sonecas aumentam a produtividade no trabalho.

Outro estudo, este da Universidade Florida State, constatou que as pessoas de performance mais alta – atores, atletas e músicos de elite – tendem a trabalhar melhor em períodos de 90 minutos, raramente mais que três vezes por dia, separados por intervalos regulares. O dia de trabalho de 12 horas ininterruptas diárias não é uma opção sensata.

Os atletas de alto nível, cujos corpos precisam de longos períodos de descanso, sabem disso há muito tempo. Mas essa máxima não se aplica apenas a eles.

Um estudo feito com três grupos de mulheres na faixa dos 60 aos 74 anos de idade que se exercitavam respectivamente duas, quatro e seis vezes por semana constatou que mulheres dos três grupos tiveram quase os mesmos benefícios físicos, mas aquelas que se exercitavam seis vezes por semana sofreram mais fadiga e eram menos ativas de maneira geral.

Tudo isso soa como lições da era moderna, mas não é de hoje que são lançados avisos contra o excesso de atividade.

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