Ipem-AM muda local de serviço anual de verificação e tarifa de taxímetro
Terminal específico, na avenida Flamboyant, no Distrito Industrial II, Zona Sul da capital, passa a partir de hoje a receber a vistoria do equipamento junto aos serviços de cronotacógrafo
O serviço anual de verificação e mudança de tarifa de taxímetro, que antes era realizado pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM) no PAC Educandos, passa a partir de hoje a funcionar em um terminal específifico onde atualmente são realizado os serviços de cronotacógrafo, carga perigosa e carga sólida na avenida Flamboyant, no Distrito Industrial II, Zona Sul da capital.
Outra novidade é que o horário de atendimento aos taxistas que buscarem a sua vistoria foi estendido em uma hora, sendo oferecido agora de 8h as 15h.
Ontem, o serviço de atendimento aos taxistas não esteve funcionando no PAC Educandos em razão dos procedimentos da mudança, informou o órgão.
Atualmente, circulam na cidade, sob a verificação do Ipem-AM, exatos 4.028 táxis, sendo 100 deles efetuando corrida com tarifa fixa para o Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.
“Nosso objetivo é melhorar as condiões de atendimento aos 4 mil táxis que existem em Manaus, e outra frente é a segurança, já que para fazer a verificação dos taxímetros é necessário fazer um teste na pista, marcada, para saber se o valor indicado no taxímetro está batendo com a marcação da pista de acordo com o regulamento do Inmetro. Atendíamos na pista do PAC Educandos, mas ocorria questão de trânsito. E pensando nisso viabiizamos um espaço apropriado tecnicamente e mais seguro para atender os taxistas. Construímos um terminal de cronotacógrafo (discos que existem em caminhões e que controlam a velocidade), carga perigosa (caminhões que transportam combustível), carga sólida (que trazer materiais de construção) e agora estendendo esse espaço aos taxistas”, informa o diretor-presidente do Ipem-AM, Márcio André Brito.
É obrigatório que os taxistas procurem o Ipem-AM anualmente para ser vistoriado o seu taxímetro (pagando uma taxa de R$ 52,18); após essa regularização, ele vai até à SMTU (Superintendência Municipal de Transportes Urbanos) regularizar a concessão e, por fim, ao Detran-AM para licenciar o seu veículo.
Havia uma média de fraudes em taxímetros que oscilava entre 13% a 15% de irregularidades da quantidade total de táxis até 2015. Mas, ano passado, esse percentual caiu para 4% desse universo, informa Márcio André Brito. “Fizemos uma campanha muito forte nos pontos ede táxe e rádio-táxis, com folders e cartilhas junto aos taxistas e usuários. E se o taxista sabe que o usuário está orientado, ele não vai fazer errado pois será denunciado e corre risco de perder a concessão. Os problemas maiores são com os táxis não-convencionais, que não são homologados, os popularmente conhecidos clandestinos. E esses só conseguimos flagrar com as blitze”, disse o diretor-presidente.