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“Não vamos cercear ou dificultar qualquer tipo de diálogo”, afirma relator da MP 595

O Senador Eduardo Braga (PMDB) mandou o recado aos portuários que paralisaram suas atividades de trabalho na manhã desta quinta-feira (21). Os profissionais são contrários a MP que regulamenta a exploração de portos e instalações portuárias e cria a segunda etapa do Programa Nacional de Dragagem Portuária e Hidroviária

Publicado em 21/02/2013 às 15h31 · Atualizado em 12/03/2022 às 02h40
“Não vamos cercear ou dificultar qualquer tipo de diálogo”, afirma relator da MP 595

“Não vamos cercear ou dificultar qualquer tipo de diálogo”, é o que assegura aos portuários o relator da Medida Provisória (MP 595) senador, Eduardo Braga (PMDB). Contrários a MP, os profissionais que trabalham espalhados pelos portos do país realizam na manhã e tarde desta quinta-feira (21) paralisação em protesto a matéria.

A Medida Provisória que tramita no Congresso Nacional regulamenta a exploração de portos e instalações portuárias e cria a segunda etapa do Programa Nacional de Dragagem Portuária e Hidroviária. A matéria também prevê a exploração indireta do porto organizado e das instalações portuárias nele localizadas mediante concessão e arrendamento, medida que o governo federal defende como uma necessidade para tornar os portos brasileiros mais competitivos.

“Ontem (quarta-feira (20)), na instalação da comissão mista que vai analisar a MP 595, os representantes dos portuários nos disseram que já havia algumas paralisações programadas. Deixamos claro que vamos ouvir a todos, sem distinção, para que nós possamos entender quais são os pontos que nós precisamos tratar nesta matéria”, disse Braga ao acritica.com.

Em busca de solução para o impasse, representantes dos portuários no Amazonas estão em Brasília para conversar com representantes da política local na capital federal.

De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Estivadores, Wilton Ferreira Barreto, presidente da Federação Nacional dos Estivadores, cerca de 45 sindicatos são filiados a Força Sindical em todo País. “Onde tiver porto os trabalhadores vão parar”, disse.

Audiências

De acordo com o Eduardo Braga, serão realizadas audiências públicas para debater o tema. “Estamos programando audiências públicas, onde todas as partes poderão expor suas propostas. Não vamos cercear ou dificultar qualquer tipo de diálogo”, destacou.

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