Nike veta nomes de Bolsonaro, Lula e ‘Mito’ na camisa do Brasil
Porém, o uso do primeiro nome dos candidatos, como Luiz, Jair, Ciro e Simone estão disponíveis
O site de compras da Nike vetou a personalização dos novos uniformes da seleção brasileira para o mundial no Catar com nomes dos candidatos à presidência, como Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet. Outros termos como “mito”, “socialismo” e “comunismo” também não são permitidos.
Porém, o uso do primeiro nome dos candidatos, como Luiz, Jair, Ciro e Simone estão disponíveis. Caso o comprador queira associar o primeiro nome dos presidenciáveis a seus números na urna eletrônica, também será permitido. Por exemplo, Luiz e o número 13, “Jair 22”, “Ciro 12” e “Simone 15”, não estão proibidos.
A Nike explicou, por meio de sua assessoria, os motivos para não liberar a personalização dos uniformes com nomes dos candidatos e termos associados a eles. Segundo a fabricante, o veto está de acordo com as diretrizes da empresa de não permitir personalização com expressões religiosas, políticas, racistas ou mesmo palavrões.
“A Nike, como descrito na própria página, não permite customizações com palavras que possam conter qualquer cunho religioso, político, racista ou mesmo palavrões. Este sistema é atualizado periodicamente visando cobrir o maior número de palavras possíveis que se encaixem nesta regra”, informa a nota.
É comum, no ato da compra, os torcedores personalizarem os uniformes de times ou mesmo da seleção brasileira com nomes e números de sua preferência. Para a personalização dos novos uniformes da seleção, o tamanho é de apenas dez caracteres, e o custo é de R$ 14,99 para adicionar nome e R$ 19,99 para escolher um número. O preço dos uniformes do Brasil é de R$ 349,99. As versões infantis custam por R$ 299,99.