Plataformas de ônibus desativadas dificultam locomoção de manauaras
As plataformas estão inativas desde julho do ano passado quando foram fechadas para reestruturação do sistema de transporte coletivo
Mesmo já reconstruídas e aparentemente finalizadas, algumas paradas de ônibus em plataformas permanecem desativadas como as situadas em frente a Arena da Amazônia, na avenida Constantino Nery, bairro Flores, zona Centro-Sul e as localizadas na avenida Torquato Tapajós e Max Teixeira, ambas na Zona Leste de Manaus.
As plataformas estão inativas desde julho do ano passado quando foram fechadas para reestruturação do sistema de transporte coletivo. O industriário Aiuby Litaiff, 48, ressaltou a distância entre as paradas de ônibus situadas na avenida Max Teixeira. Com uma plataforma ainda desativada, ele questiona sobre a reativação.
“Eu sempre preciso ir ao conjunto Manoa, e sem essa plataforma, fica difícil. Nunca nem inaugurou, a gente só consegue andar pela passarela mesmo, já ter acesso aos ônibus é impossível”. O Terminal de Integração 1 permanece também interditado pela Prefeitura de Manaus para a conclusão da Estação de Transferência nos mesmos moldes da estação São Jorge, a qual integra o complexo viário Ministro Roberto Campos, na avenida Constantino Nery.
“A gente ainda se confunde ao pegar o transporte coletivo. Acho que se houvesse o T1 facilitaria a vida de quem precisa ir no Sinetram, por exemplo”, comentou a doméstica Léia Moreira, 57 anos.
Em resposta à reportagem, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) e do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), afirma que instituiu um Comitê de crise, onde engenheiros e técnicos estão estudando soluções para concluir essas obras. “O empenho é grande, pois o prefeito David Almeida, e o vice-prefeito Marcos Rotta entendem a necessidade de entregar os equipamentos, como por exemplo o Viaduto do Manoa”.
Ainda conforme o Executivo Municipal, assim como no viaduto do Manoa, foram identificados problemas em obras como nas plataformas de ônibus, terminais, ciclovias, entre outras, “algumas inclusive inauguradas e entregues sem estarem completamente concluídas, como é o caso do Terminal de Integração 3, na Cidade Nova”.
E finaliza, em nota, que em relação às estações de transferências de ônibus, o IMMU avalia as adequações a serem implantadas tais como mudanças na sinalização e definição das linhas que irão atender as estações.