Plataformas gratuitas ajudam pequenas empresas a venderem pela internet
Conheça três plataformas para auxiliar micro e pequenos empreendedores a venderem seus produtos pela internet em tempos de crise e de comércios fechados
O crescimento das vendas on-line já era um fenômeno projetado para os próximos anos no Brasil e emergiu no último mês a partir da necessidade dos negócios serem reinventados para sobreviver à crise e conter a curva de infecções pelo novo coronavírus (covid-19), mantendo o isolamento social.
Por outro lado, muitos empresários encontram dificuldades para adaptar-se ao meio digital. Um estudo realizado pela consultoria Enext, especialista em soluções para e-commerces, aponta que 45% dos empreendimentos que possuem canais digitais próprios não utilizam os marketplaces.
O motivo principal apontado por 38,9% dos respondentes é a falta de conhecimento e de recursos necessários para operações neste formato digital. Se a dificuldade é grande para os que são familiarizados com as tecnologias, para quem chega de ‘pára-quedas’ nessa empreitada pode ser ainda mais complicado.
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) recomenda o uso de mídias sociais e plataformas digitais para que os pequenos negócios possam chegar ao seu público. Esses formatos de empresa equivalem a 90% das empresas no Brasil e são responsáveis por 56% dos trabalhos formais no
Para auxiliar estes empreendedores a reportagem de A CRÍTICA reuniu três exemplos de grandes plataformas digitais que podem facilitar a vida dos micro e pequenos empreendedores. As opções existem para ajudá-los a comercializar seus produtos no momento em que as lojas físicas estão fechadas. Confira!
1) Ollist
Na vitrine virtual ‘Ollist Shops’ o empreendedor pode baixar o app em dispositivos Android ou IOS e efetuar o cadastro da sua loja gratuitamente durante a pandemia. Em seguida, o proprietário deverá iniciar a leitura do código de barras, sinalizando os preços e pode começar as operações com um site exclusivo para o seu negócio.
2) Magazine Luiza
Para ajudar os pequenos empreendedores do varejo,a Magalu preparou um site para divulgação de produtos . Para pequenas empresas as entregas são feitas pelos Correios e a taxa de 3,99% pode ser paga até o fim de julho. Já as pessoas físicas podem faturar revendendo produtos da rede varejista que promete lucros de 1% a 12% por venda.
3) Mercado Livre
O famoso maketing place Mercado Livre lançou uma parceria para aprimorar a experiência logística dos seus usuários. Agora todas as empresas parceiras da gestora de softwares para o varejo, Linux ,são credenciadas como pontos de distribuição de produtos comprados através do site: mercadolivre.com.br; a ideia é ampliar a rede de vendedores e dar opções para as empresas.