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Polícia consegue conter rebelião em cadeia pública de Manaus

Após uma hora e meia de negociações, detentas da Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa se entregam e colocam fim na rebelião. A descoberta de que havia um celular em posse de uma das presas pode ter motivado a rebelião.

Publicado em 02/05/2013 às 22h48 · Atualizado em 12/03/2022 às 07h32
Polícia consegue conter rebelião em cadeia pública de Manaus

Internas provisórias da Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, localizada no Centro de Manaus, iniciaram uma rebelião às 15h30 desta quinta-feira (2). A polícia civil e policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) cercaram a área e juntamente com membros da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado (Sejus) negociaram o fim da rebelião, que durou 1h30. Não houve mortos ou feridos.

De acordo com policiais militares que estavam no local, detentas atearam fogo em um colchão e fizeram dois soldadores – que trabalhavam na instalação de uma grade desde no início da semana –, reféns. Elas os ameaçaram matar usando ‘estoques’.

A assessoria da Sejus não confirmou essas informações e disse que a revolta foi motivada para reivindicar melhores condições no prédio.

Drogas e celular

Às 14h30 um casal foi preso em flagrante na Avenida 7 de Setembro, por policiais militares da 1º Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Pedriane Rafael dos Santos, 19, e um adolescente de 16 anos haviam acabado de jogar um pacote de entorpecentes na quadra da cadeia, e estavam se comunicando com as internas por meio de um celular.

A descoberta dos agentes penitenciários de que havia um celular dentro da ala feminina também pode ter sido um dos motivos para a rebelião.

Pedriane foi encaminhada para o 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e o adolescente para a Delegacia Especializada em Atos Infracionais (Deai).

**Com informações do jornalista Náferson Cruz

***Leia mais na edição de sexta-feira (3) do Jornal A CRÍTICA

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