Polo Industrial de Manaus integra IA
O mundo digital está modificando vários setores e, no Brasil, o PIM (Polo Industrial de Manaus) está na linha da frente do processo com recursos de IA (Inteligência Artificial), mas com alguns desafios a enfrentar
O mundo digital está modificando vários setores e, no Brasil, o PIM (Polo Industrial de Manaus) está na linha da frente do processo com recursos de IA (Inteligência Artificial), mas com alguns desafios a enfrentar. Confira.
Todos sabemos que a IA já não é mais um conceito futurista, mas antes uma realidade de nosso cotidiano na atualidade. De todas as vezes que entramos em vários websites de e-commerce ou nos melhores cassinos online somos confrontados com vários jogos e sistemas de segurança e suporte onde a presença dos recursos de IA já está sendo aplicada e que melhoram a experiência dos usuários de forma bem significativa.
Além das experiências digitais e da integração em websites, no entanto, a IA também começa a estar presente em vários aspectos do cotidiano e em várias indústrias. No cotidiano, verificamos sua presença, por exemplo, em alguns instrumentos eletrônicos de cozinha, nos usos de nosso sistema GPS, em sistemas de segurança e nos serviços telefônicos de atendimento automático.
Também nas cidades a IA está sendo testada. São Paulo exemplifica isso, já que está estudando os usos dessa tecnologia para a previsão de crimes e uma ação preventiva face a estes.
Em Manaus, o PIM também está assumindo um importante papel no que respeita à IA com a sua tecnologia 4.0, entenda como está sendo aplicada e quais os desafios sentidos por essa indústria.
IA no PIM: além da automação
No Polo Industrial de Manaus os usos da IA são visíveis, havendo braceletes capacitadas para a identificação de problemas e lesões nos músculos e máquinas com a capacidade de instalar mais de 50 mil componentes numa hora.
Indo além da automação, os sistemas industriais 4.0 estão surgindo na vanguarda da promoção de uma maior produtividade para as fábricas, integrando recursos como robôs colaborativos, que apoiam os trabalhadores em pequenas tarefas de minúcia.
Permitindo a instalação de dezenas de milhares de componentes por hora, essas máquinas contam com grande precisão e eficiência, melhorando os processos fabris. Segundo o gerente de produção do PIM, esse mesmo sistema está ainda ajudando a prevenir doenças, já que esse projeto – denominado de Projeto Giulia – conta ainda com recursos para o reconhecimento de lesões por via do movimento.
Ao ajudar a agir preventivamente nesse tipo de situação, os sistemas 4.0 ajudam a melhorar, em simultâneo, a produtividade da indústria e dos seus funcionários, atendendo às suas necessidades.
Os desafios sentidos pela PIM
Apesar dos muitos benefícios dessa integração digital, o fato é que existem desafios incontornáveis que os gestores dos processos na PIM estão sentindo.
Esse tipo de equipamento é, por agora, monitorado por humanos e necessita, por isso, de trabalhadores especializados, capazes de corresponder, em suas ações, às próprias necessidades da tecnologia.
A falta de pessoal qualificado está, por isso, sendo um desafio, que está impedindo o PIM de receber novas fábricas.
Apesar desse desafio, o futuro da indústria está seguramente ancorado no IA e nas novas tecnologias 4.0, sendo essa a melhor forma de garantir, daqui em diante, um melhor retorno para as indústrias e uma produtividade mais efetiva.