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Quatro mil pessoas são atendidas nos primeiros dias de mutirão de Fechamento do Cadastro Eleitoral

Para o último dia, a expectativa do tribunal era de atender 4 mil pessoas, atingindo cerca de 8 mil só na capital do estado

Publicado em 04/05/2022 às 18h35
Quatro mil pessoas são atendidas nos primeiros dias de mutirão de Fechamento do Cadastro Eleitoral
Foto: Gilson Melo

A Secretaria de Gestão de Pessoas do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas informou que de 3,5 a 4 mill pessoas foram atendidas nos dois primeiros dias do mutirão de Fechamento do Cadastro Eleitoral, que iniciou na última segunda-feira. Para o último dia, a expectativa do tribunal era de atender 4 mil pessoas, atingindo cerca de 8 mil só na capital do estado. 

O Chefe da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP do TRE-AM), Wesley Aguiar, definiu o  balanço do mutirão como muito positivo. “A gente verifica que havia uma demanda reprimida e por isso que o desembargador Wellington Araújo, o presidente do TRE Amazonas instalou desde a última segunda-feira mais um posto de atendimento no Vasco Vasques. Então nós já tínhamos dobrado a capacidade de atendimento aqui no Aleixo, no fórum eleitoral e com o Vasco Vasques nós quadruplicamos esse atendimento que era feito em dias normais no início do mês de abril, por exemplo.

Outro destaque feito por Wesley foi que nessas últimas semanas o jovem eleitor tem procurado essas duas unidades de atendimento em Manaus. “O próprio título NET também tem uma demanda muito grande e as pessoas em geral”, disse,

“A gente percebe situações aqui de transferência de domicílio eleitoral, de mudança de local de votação,  revisão – que é mudar o nome de solteiro para casado –  e outras situações. Quem perdeu e precisa de uma segunda via, a partir de segunda-feira da semana que pode comparecer ao tribunal”, afirmou Wesley, que lembrou também que o  TSE suspendeu a coleta biométrica por questões sanitárias.

Aguiar afirmou que há também uma demanda reprimida. “A abstenção da eleição de 2020 foi alta. Há também aqueles eleitores que porventura não se estimularam a sair de casa ou acessar a internet em razão da pandemia. Agora para essas eleições gerais a gente percebe que havia essa demanda reprimida”, disse. 

Título físico

Wesley lembrou também que não há mais os títulos de eleitor em formato físico. “Essa nova geração tem procurado muito o título NET e de fato, não há mais essa impressão do documento físico. Após ser eleitor, votar, ele pode baixar o e-título, que é um aplicativo, seu título na palma da mão. Então, porventura, até você que tem um documento físico ou  que perdeu o título, aquele verdinho, o tradicional, não precisa nem comparecer ao tribunal para uma segunda via. O seu aplicativo na palma da mão, e-título, já é a sua segunda via. O físico é só para segunda via”, explica.

Regularização

O secretário defendeu que a escolha pela regularização eleitoral depende da manifestação do eleitor. “Se ele (eleitor) não quiser se regularizar, é um direito dele. Agora ele vai arcar com as consequências porque o título de eleitor é o documento mais importante para o cidadão. Dele deriva o passaporte da Polícia Federal, o CPF, benefícios previdenciários, matrícula em universidades, enfim. Então aquele eleitor que optar em não se regularizar, ele vai arcar com essas consequências de não ter o título de eleitor regular”, disse.

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