Respaldada na neurociência, Escola Vida realiza projeto Cultura Indígena
Instituição de ensino promoveu, ao longo do mês de abril, atividades em referência ao Dia do Índio potencializando nas crianças o sentimento de pertencimento em uma cultura milenar.
A Creche Escola Vida realiza o projeto denominado ‘Cultura Indígena’, registrando no sistema Límbico de suas crianças as emoções aprendidas socialmente, como: gratidão, consideração, respeito, solidariedade, admiração, espirito de coletividade, entre outros que não nascem conosco e sim através de interações sociais.
Estas emoções só serão potencializadas nas crianças se forem realmente vivenciadas, através de projetos congruentes e significativos, para a sua vida social. É no cérebro límbico, também chamado de cérebro emocional, que ficarão registradas todas as lembranças, sonhos, brincadeiras, relacionamentos, experiências e aprendizados significativos. A Creche Escola Vida, no período de 30 dias do mês de Abril, objetivou o registro dessas emoções sociais, através de elementos da nossa cultura, princípios e valores humanos, que potencializarão nas áreas emocionais e intelectuais das crianças o sentimento de pertencimento em uma cultura milenar.
O sistema límbico, especificamente a área cerebral do hipotálamo, que é principal encarregado da memória emocional, garante que, no processo educativo social, educadores possam ousar e ir além de um cocar de papel na cabeça das crianças no dia 19 de Abril (Dia do Índio). Para isso, são feitas as as seguintes perguntas: “De que maneira eu pretendo, enquanto professor, transformar a sociedade em uma sociedade mais humana e igualitária, se minhas ações pedagógicas estão incongruentes? O que verdadeiramente, enquanto professor, estou deixando de registrar no cérebro emocional de meus alunos, no que diz respeito a nossa cultura amazonense?”.
A Creche Escola Vida atua respaldada pela neurociência e elucidada pela BNCC (Base Nacional Curricular Comum) que diz: “A educação infantil é a etapa essencial para a construção da identidade e da subjetividade.” E completa: “As escolas devem então, promover uma maior consciência multicultural… Desta maneira, o aluno pode se expressar através da arte, compreender sua identidade, desenvolver senso de pertencimento. ”
Para que toda comunidade escolar da Vida (Gestores, Coordenadores, Professores, Pais, crianças e demais profissionais) se integrassem ao processo de reconhecimento e valorização da cultura social dos povos étnicos, foram vivenciadas as seguintes atividades: Coletânea, observação e manuseio de utensílios indígenas:
Contação e encenação de mitos e lendas
Pesquisa de imagens, grafismo, desenhos e pinturas indígenas.
Cozinha Experimental e degustação de alimentos regionais
Brincadeiras típicas e sessões de filmes com a temática indígena.
Palestras com o especialista no tema, Professor Sanderson Oliveira,e palestra com a indigenista Rachel Gerber.
Visita, convivência e interação social, roda de dança e cantos da Etnia Ticuna.
Exposição e venda de artesanatos indígenas.