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Troca no comando da Suframa: sai Bosco Saraiva, entra Leopoldo Montenegro Júnior

A decisão foi publicada nesta quinta-feira (19), no Diário Oficial da União.

Publicado em 20/03/2026 às 11h19
Troca no comando da Suframa: sai Bosco Saraiva, entra Leopoldo Montenegro Júnior
Foto: Paulo Bindá

Bosco Saraiva deixa oficialmente o comando da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e Leopoldo Montenegro Júnior assume o cargo. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (19), no Diário Oficial da União. 

A portaria número 223 do documento deixou claro que apenas atendeu a um pedido de Saraiva; ele mesmo já havia anunciado a sua saída durante a abertura oficial da Expopim 4.0, realizada até esta sexta-feira (20), em Manaus.  O tom do discurso foi tranquilo e político, feito diante de representantes da indústria e das três esferas do poder público. 

“É minha última ação à frente da Suframa; agradeço ao presidente Lula que sempre honrou os seus compromissos, aos empresários e ao Governo do Estado do Amazonas”, disse durante a cerimônia de quinta-feira, no Vasco Vasques. 

O seu sucessor, Leopoldo Montenegro Júnior chefiava a Superintendência Adjunta de Projetos (SAP), vista como diretamente responsável pela logística dentro da Zona Franca. O agora novo superintendente tem experiência em análise técnica e econômica de propostas de instalação para o Polo Industrial, fiscalização do Processo Produtivo Básico e dos projetos agropecuários da região. 

Em 2025, a matriz econômica do Amazonas chegou ao faturamento histórico de R$ 227,6 bilhões, 11% a mais do que no ano anterior. As exportações também entram na balança de forma positiva, alta de 7%, acompanhada pelo número de mão de obra, 131.401 trabalhadores, 5% a mais do que em 2024, na média mensal. 

Sob a gestão de Saraiva, este recorde foi alcançado com com 553 empresas instaladas e em operação. Bosco aprovou mais 170 novos projetos para se implantar nos próximos anos. A expectativa é que a Suframa siga em ritmo intenso de “pra frente e pra cima, o tempo inteiro”, como dizia o ex-superintendente.

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