Manaus seg, 2 nov
A Crítica
Manaus

Cavalo puro sangue é degolado na Zona Oeste de Manaus

Orçado em pelo menos R$ 15 mil, o equino teve a veia jugular cortada por populares ainda não identificados por seus proprietários. O crime aconteceu na manhã deste domingo (11)

Publicado em 12/08/2013 às 15h09 · Atualizado em 19/03/2022 às 15h15
Cavalo puro sangue é degolado na Zona Oeste de Manaus
Foto: A reportagem esteve no local na noite deste domingo (11) e pode constatar o crime. O cavalo ainda tava estirado na via, sendo visivelmente resguardado por outro equino, que aparentava tristeza

Um cavalo puro sangue, da raça um quarto de milha, foi degolado na manhã deste domingo na Estrada da Vivenda Verde, no bairro Tarumã, Zona Leste de Manaus. Segundo moradores, até polícia e funcionários da prefeitura de Manaus foram ao local, mas até o fim da noite, o corpo do animal animal permanecia estirado na via. Orçado em pelo menos R$ 15 mil, o equino teve a veia jugular cortada por populares ainda não identificados por seus proprietários.

De acordo com uma veterinária que pediu para não ter o nome revelado, este é o terceiro caso em que um animal foi sacrificado ou ferido por pessoas na comunidade. A profissional disse acreditar, que o crime acontece porque cavalos conseguem escapar das propriedades a quem pertencem, ultrapassando o limite entre um terreno e outro. As escapadas, segundo ela, deixam os donos de plantações enfurecidos a ponto de ordenarem a matança dos bichos bichos .

“Essa barbaridade não tem classificação, são animais indefesos. Antes deste caso, três animais tiveram parte do corpo machucadas por facões”, lamentou.

A reportagem esteve no local na noite deste domingo (11) e pode constatar o crime. O cavalo ainda estava estirado na via, sendo visivelmente resguardado por outro equino, que aparentava tristeza.

Durante todo o tempo de captação da matéria pode-se verificar a presença de animais animais soltos e falta de iluminação pública ao longo da via.

A reportagem tentou contato telefônico pelos números 190, 3617**27, 365613** e 361516** com o Batalhão Ambiental, mas até o fechamento da edição não obteve resposta sobre o caso.