‘CPI extrapolou apuração’, declara presidente da Manaus Ambiental
A declaração foi dada pelo presidente sobre a proposta de anulação do contrato com a empresa. A Manaus Ambiental é formada por um consórcio de empresas do qual o grupo Águas do Brasil detém 50,25% das ações
O diretor-presidente da Manaus Ambiental, Alexandre Bianchini, afirmou, nesta sexta-feira (28), que o relator da CPI da Água, vereador Marcel Alexandre (PMDB), extrapola o objeto da comissão, quando recomenda no relatório, a anulação do termo aditivo assinado entre a concessionária e a Prefeitura de Manaus. “A empresa respeita a CPI como instrumento democrático e legal. Só que a CPI investiga o passado. Quando a comissão foi criada, o 4º termo nem tinha sido assinado”, criticou Bianchini.
Divulgado com exclusividade por A CRÍTICA, no dia 20, o relatório produzido por Marcel Alexandre pede a intervenção no sistema de abastecimento de água, extinção da concessão, anulação do contrato com a Manaus Ambiental e o ajuizamento de ações contra os prefeitos de Manaus no período de 1997 a 2012: Alfredo Nascimento (PR), Luiz Alberto Carijó (PDT), Serafim Corrêa (PSB) e Amazonino Mendes (PDT).
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