Forte ventania atinge Manaus e deixa rastro de destruição na Ufam
Com a força do vento, árvores tombaram sobre a estrutura de salas de aulas e de corredores cobertos que ligam blocos do setor Norte da universidade. Não há registro de feridos
Uma forte ventania que atingiu diversas áreas de Manaus, no fim da manhã desta quinta-feira (28), deixou um rastro de destruição no setor Norte da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), onde ficam localizados os cursos de Humanas e também de Tecnologias.
Fotos que rapidamente foram compartilhadas em grupos de WhatsApp e nas redes sociais mostram árvores tombadas sobre blocos da universidade e sobre os corredores cobertos, que servem para ligar os blocos às diferentes áreas da Ufam, mostram telhados e até parte das estruturas danificadas. A queda de uma das árvores comprometeu parte da estrutura do telhado que cobria o corredor e algumas cadeiras da lanchonete que estavam ali próximas.

(Fotos: Reprodução)
Conforme apuração de A CRÍTICA, ninguém ficou ferido. Há também a informação de que um ônibus teria sido atingido, no entanto, não foi confirmado ainda o grau de danificação do veículo, nem se estava estacionado ou em funcionamento no momento do incidente.
Outro ponto também atingido foi o corredor de salas de aula localizadas entre a Faculdade de Educação (Faced) e a Faculdade de Estudos Sociais (FES). A árvore também atingiu o telhado do corredor.
Os profissionais ja isolaram ambas áreas e estão fazendo a limpeza dos locais para, em seguida, retirar as árvores. A equipe de reportagem de A CRÍTICA solicitou nota da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) questionando se foram registradas outras ocorrências por conta dos ventos e se as aulas que seriam realizadas nessas salas serão comprometidas e aguarda posicionamento.

(Foto: Junio Matos/A CRÍTICA)
A reportagem também aguarda retorno da Defesa Civil sobre outros sinistros registrados em Manaus devido à forte ventania.
O sinistro acontece em momento de extremos no clima e no tempo manauara, com dias repletos de fumaça e odor de fuligem e temperaturas extremas, seguidas de fortes ventanias, como a que atingiu a capital amazonense nesta quinta-feira.