Grito dos Excluídos e Excluídas cobra olhar para os mais pobres
Segundo o padre Paulo Tadeu Barausse, o momento é para despertar a solidariedade nas pessoas, chamar a atenção das autoridades e dar a voz vez a quem é colocado a margem da sociedade.
Foi com o lema “Este sistema não vale! Lutamos por Justiça, Direitos e Liberdade!” que a Igreja Católica de Manaus realizou na tarde desta quinta-feira (5), a 25° edição do Grito dos Excluídos e Excluídas 2019. A grande passeata dos fiéis saiu da rotatória de Cacau Pirera e atravessará a Ponte Jornalista Phelipe Daou, mais conhecido como ‘Rio Negro’.
Segundo o padre Paulo Tadeu Barausse, responsável pela organização, o momento é para despertar a solidariedade nas pessoas, chamar a atenção das autoridades e dar a voz vez a quem é colocado a margem da sociedade.
“É um momento de dar um grito e por que não para as políticas públicas que é o que aborda a campanha da fraternidade. Nós vivemos um momento muito forte da nossa Igreja Católica que é o Sínodo Panamazônico, e este é o momento em que a igreja, junto todos os homens e mulheres de boa vontade, manifestarem-se por que a situação atual não é conforme o projeto de Deus”, afirmou.
A iniciativa encabeçada pela igreja católica reúne movimentos sociais, pastorais e sociedade civil com o intuito de despertar a renovação da esperança dos pobres, tornando-os sujeitos de uma nova sociedade, sinal do Reino de Deus na visão dos organizadores.
“É importante destacarmos o direito da criança e o adolescente. Nós que militamos a favor disso, vemos retrocesso em várias as áreas e a preocupação, hoje, é cuidar desses jovens se não daqui a alguns anos teremos adultos frustrados, doentes em todos os sentidos”, afirmou a vice coordenadora da Pastoral do Menor, Márcia Maria de Souza Miranda.
A chamada Romaria das Águas terá quatro momentos e paradas pela Ponte Rio Negro. Entre os temas, estão o Sínodo Panamazônico