“Mesmo internado, ele lutou até o fim”, revela sobrinha de Amazonino
A ex-secretária de assistência social, Mônica Mendes, afirmou que Amazonino sempre encarou os feitos de suas gestões como um dever da vida pública e nunca como um favor
A sobrinha de Amazonino Mendes, a ex-secretária de assistência social, Mônica Mendes afirmou no início da noite desta quinta-feira (16) que mesmo internado Amazonino Mendes lutou até o fim.
“Ele sempre falou para a gente continuar sonhando e ele sempre lutou até o fim porque isso era intrínseco dele. Nunca desistir. E essa é a mensagem que nós da família, deixamos para o povo: continuem sonhando por dias melhores e por um estado melhor “, pediu.
A declaração foi dada durante o velório do ex-governador, no hall do Teatro Amazonas, no Centro de Manaus.
Mônica afirma que Amazonino sempre encarou os feitos de suas gestões como um dever da vida pública e nunca como um favor.
A ex-secretária agradeceu o carinho e a confiança da população e disse que Amazonino só conseguiu ocupar os maiores cargos políticos do Amazonas graças ao povo amazonense.
“A gente sabe que é o dever. E ele sempre disse assim: ‘estou fazendo a minha obrigação’. Somos gratos ao povo do Amazonas por esse reconhecimento” agradeceu.
A professora da rede pública estadual, Glauci Edna Dorval, de 60 anos, fez questão de agradecer pessoalmente a sobrinha de Amazonino.
Após entrevista à imprensa, a professora abordou Mônica e bastante emocionada agradeceu pela criação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), fundada por Mendes em 2001.
Para a professora do ensino fundamental, se Amazonino não tivesse criado a UEA, varios professores não teriam feito faculdade.
“Devemos isso a ele. Não aos outros. Sempre votei nele. Sinceramente, não esperava perder Amazonino Mendes “, lamentou a docente.