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A Crítica
Manaus

Nova versão para reajuste de salários na CMM

Ex-presidente da CMM, vereador Isaac Tayah (PSD) afirma que o reajuste de salários para prefeito, vice e secretários não foi feito à revelia de Artur Neto

Publicado em 07/01/2013 às 12h44 · Atualizado em 12/03/2022 às 09h44
Nova versão para reajuste de salários na CMM

Os projetos de lei aprovados em 19 de dezembro do ano passado, que aumentaram os salários dos vereadores em 38,7% (de R$ 9,2 mil para R$ 15 mil), e do prefeito e vice-prefeito em 21,5% (de R$ 19 mil para R$ 24,2 mil e R$ 17 mil para R$ 23 mil, respectivamente), “não foram feitos à revelia do prefeito Artur Neto (PSDB).

Quem diz isso é o vereador Isaac Tayah (PSD). “Ele foi consultado se poderíamos fazer ou não esse aumento. E ele (prefeito) me colocou que se fosse constitucional não teria problema nenhum. Eu fiz do jeito que foi solicitado”, revelou Tayah.

Ele disse, ainda, que a articulação passou pelo então “líder do prefeito eleito”, Luiz Alberto Carijó (PDT). “Não foi nada sem avisar. Tanto que quem defendeu esse projeto foi o líder dele, o Carijó. Ele tinha líder na Câmara, aprovamos um projeto da base e ele não concorda? Será que faltou entendimento das pessoas que administram?”, alfineta Tayah.

Extraordinária

Nesta quarta-feira, a Câmara Municipal de Manaus (CMM), em sessão extraordinária, apreciará o projeto de reforma administrativa enviado pelo Executivo e revogará, a pedido de Artur Neto, os projetos de lei que resultaram em aumento do salário do prefeito, do vice e dos secretários.

Alijado do processo eleitoral para a presidência da CMM, pela expressiva influência do prefeito na disputa que elegeu o tucano Bosco Saraiva, o vereador Isaac Tayah entende que não cabe sessão extraordinária para rever essa questão.

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