Paralisação nacional é articulada em Manaus
De acordo com o presidente da Força Sindical, Vicente Filizola, cerca de 250 sindicatos farão parte da manifestação marcada para o próximo dia 11. Entre as pautas estão a redução da jornada de trabalho, valorização dos aposentados, destinação do 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação e contra o Projeto de Lei da terceirização
Diversos sindicatos, centrais sindicais e associações de trabalhadores deverão aderir a Greve Nacional que será realizada nesta quinta-feira, 11. Entre as bandeiras levantadas por eles está a redução da jornada jornada de trabalho, valorização dos aposentados, destinação do 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para educação e contra o Projeto de Lei da terceirização.
Nenhuma categoria irá paralisar totalmente as suas atividades e, segundo a presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil no Amazonas (CTB-AM), Isis Tavares, as Centrais estão mobilizando mobilizando os movimentos sociais e sindicais no Estado para participarem do ato que ocorrerá simultaneamente em todo o País. “Vamos a rua mostrar a sociedade que temos pautas de reivindicação e os movimentos sindicais estão acordados há bastante tempo lutando por melhorias no nosso País”, ressaltou em entrevista coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (8), na sede do Sindicato Sindicato dos Metalúrgicos.
Na quinta-feira serão realizados diversos atos na cidade, como na Bola da Suframa no Distrito Industrial, em frente a Assembleia Legislativa do Amazonas e a tarde mobilização no cruzamento Sete de Setembro com a Eduardo Ribeiro, no Centro, onde serão esperados mais de 10 mil trabalhadores de diversas categorias.
De acordo com o presidente da Força Sindical, Vicente Filizola, cerca de 250 sindicatos farão parte da manifestação manifestação .
Em greve
Os fiscais de saúde do Departamento de Vigilância Sanitária (DVisa) entraram em greve na quinta-feira (04), por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações reivindicações estão à valorização dos profissionais, a estruturação e aparelhamento do departamento, além da cobrança de uma sede adequada e aumento do número de fiscais para atender a demanda da população.
De acordo com o presidente do sindicato dos bancários do Amazonas, Lindemberg Barbosa dos Santos, a paralisação dos bancos no dia 11 de julho não está confirmada, mas ele também não descartada a idéia. Lindemberg afirma que a categoria será convocada para ir as ruas lutar lutar pelas melhorias do sindicato.
Ainda segundo o presidente, geralmente patrões e empregados se reúnem quatro vezes para debater as cláusulas e as possíveis negociações, se não houver acordo, iniciam o processo de mobilização e greve.