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A Crítica
Manaus

Pistoleiro da FDN investigado por 30 homicídios é preso com drogas e armas

O homicida era o pistoleiro da FDN mais procurado pela Polícia Civil atualmente. "Shrek", como é conhecido, foi preso com um comparsa, após policiais montarem campana por dez dias próximo à casa na Zona Norte de Manaus

Publicado em 25/01/2018 às 21h08 · Atualizado em 12/03/2022 às 20h48
Pistoleiro da FDN investigado por 30 homicídios é preso com drogas e armas
Fotos: Evandro Seixas

Francisco Diego dos Anjos Albuquerque, conhecido no mundo do crime como “Dieguinho” ou “Shrek”, 28, foi preso, na tarde desta quinta-feira (25), pelo Departamento de Investigação Sobre Narcóticos (Denarc) com 10 quilos de drogas e pistolas de uso restrito.

Ele é investigado por ao menos 30 homicídios em Manaus e é um dos pistoleiros mais perigosos da facção criminosa Família do Norte (FDN), além de ser também o mais procurado pela Polícia Civil atualmente.

De acordo com a delegada Tâmara Albano, adjunta do Denarc, o homicida foi localizado em uma residência, na comunidade Francisca Mendes, no bairro Novo Aleixo, Zona Norte de Manaus. Agentes do Narcóticos receberam informações de que ele estaria residindo no imóvel e, após campana de dez dias, ele foi capturado junto com um comparsa identificado como Marcelino Batista de Lima Júnior, 29.

Segundo Tâmara, uma equipe do Denarc montou campana próximo da casa indicada na denúncia e verificou que “Dieguinho” era mesmo o homem procurado pela polícia, mas antes da abordagem, os policiais prenderam primeiro Marcelino.

“Foi constatado durante a campana que esse homem (Marcelino) visitava o imóvel. Então, seguimos e descobrimos que esse homem morava no Parque das Nações e, enfim, o prendemos”, explicou ela.

Após a prisão, Marcelino confirmou aos policiais que “Dieguinho” estava no imóvel do Francisca Mendes e, nesta quinta-feira, por volta das 12h, os agentes cercaram a casa e prenderam o traficante e homicida.

Dentro da casa estava a droga, material para embalo e refino de entorpecentes e uma pistola, calibre ponto 40, de uso restrito das polícias. Em depoimento, o homicida confessou que sua arma já teria matado muita gente na cidade.