Superintendente da SMTU pede paciência a Rodoviários
Pedro Carvalho afirmou que entrou em contato com o presidente do Sindicato dos Rodoviários para que uma reunião seja realizada e que as reivindicações como o dissídio, sejam concedidas à categoria
O superintendente municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, pediu paciência dos representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviário de Manaus, em uma entrevista a uma rádio local na manhã desta terça-feira (19). Ele ainda ressaltou a falta de espírito público das duas partes: rodoviários e empresários do setor.
“A Prefeitura de Manaus quer ouvir e ajudar os rodoviários da melhor forma possível, assim como na paralisação dos vigilantes. Concordo com a greve, pois é um direito por lei, mas a população não pode ser prejudicada. Falta espírito público dos dois lados, tanto dos rodoviários como dos empresários”, relatou.
O superintendente afirmou que entrou em contato com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Josildo Oliveira, para que uma reunião seja realizada e que as reivindicações como o dissídio sejam concedidas à categoria. Pedro Cardoso pediu que os grevistas sejam mais sensíveis e mudem o íntimo do pensamento na busca pelas melhorias.
“Vamos discutir o dissídio dos rodoviários em busca de um acordo, pois todos são prejudicados com a greve. O comércio, o trabalhador que não tem como chegar no emprego e os empresários do transporte que deixam de arrecadar e posteriormente arcar com os direitos trabalhistas, como o salário”, disse.
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A paralisação paralisação de aproximadamente 70% da frota foi anunciada pelo Sindicato dos Rodoviários durante a tarde dessa segunda-feira (18). após o alerta de greve ser distribuído por meio de ofício enviado ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Manaus (Sinetram), à SMTU e Prefeitura de Manaus.
A categoria pede o recolhimento do FGTS e do INSS, a compensação de horas, pagamento de insalubridade, recusas de atestados médicos e odontológico, desconto de peças e avarias, entre outras reivindicações.