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A Crítica
Manaus

TRE e Seduc promovem palestras sobre voto consciente para alunos do AM

O projeto Eleitor do Futuro tem por objetivo integrar conhecimentos tanto sobre a cidadania do voto democrático quanto formar uma consciência crítica contra a desinformação

Publicado em 18/11/2019 às 19h30 · Atualizado em 10/03/2022 às 21h46
TRE e Seduc promovem palestras sobre voto consciente para alunos do AM
Foto: Cleudilon Passarinho

Aproximadamente 2.500 alunos da rede de ensino pública estadual participaram nesta segunda-feira (18) do projeto Eleitor do Futuro, que visa integrar conhecimentos tanto sobre a cidadania do voto democrático quanto formar uma consciência crítica contra a desinformação, as chamadas notícias falsas.

A iniciativa é uma parceria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) com a Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (Seduc).

O encontro, que ocorreu no Centro de Convenções Vasco Vasques, Zona Centro-Sul, foi transmitido para aproximadamente 1.500 estudantes nos interiores do estado. O Diretor da Escola Judiciária Eleitoral, desembargador Abraham Campos, relatou que é a primeira vez do projeto em Manaus, neste ano.

A medida foi pensada após o último pleito geral, que evidenciou intensa polarização causada, em partes, pela disseminação de informações falsas nas redes sociais.

Foto: Cleudilon Passarinho

“O público do projeto são estudantes do Ensino Médio, que estão mais próximos da idade de votar. Esperamos para as próximas eleições que eles, ligados ao ambiente social digital, possam disseminar o voto ético e consciente para melhorar nossa representatividade”, explicou.

Palestras sobre os temas “Cidadania e democracia no Brasil” e “Acessibilidade e aspectos da desinformação” foram ministradas na ocasião, frisando os direitos e deveres do cidadão e a participação ativa eleitoral.

Ao final do evento, os estudantes também tiveram acesso às urnas eletrônicas, com o passo a passo de como usá-las. A secretária adjunta da capital da Seduc, Arlete Mendonça, comentou que projetos parecidos já são feitos no ambiente escolar, mas que ainda há um caminho longo à formação crítica da política nos alunos.

“Cada escola é livre para fazer seu planejamento, interdisciplinando os conteúdos, embora o que se faça seja pouco para chegar ao ponto do jovem, pelo seu comportamento, influenciar sua família sobre essa consciência”, concluiu.