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A Crítica
Opinião

A urgência de ações ágeis diante da adulteração de bebidas

Os números de contatos disponibilizados são:Telefone Emergência: (92) 3305-4702 / 0800-722-6001; e (92) 3305-4732.

Publicado em 09/10/2025 às 08h54
A urgência de ações ágeis diante da adulteração de bebidas
Foto: Agência Brasil

Anunciado no dia 7 de outubro, pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o comitê de enfrentamento da crise do metanol aproxima segmentos da administração pública e setor privado em ações e iniciativas de enfrentamento à crise provocada pela adulteração de bebidas por etanol. É uma postura positiva e necessária, capaz de evitar a escalada da situação ao nível de pânico por parte da sociedade.

Mais de 30 casos já foram notificados e estão sob análise para saber se o mal-estar de consumidores foi provocado por ingestão de bebida adulterada. O comitê tem caráter informal e pretende ser espaço de troca de informações quanto à intoxicação por ingestão de etanol. Ao mesmo tempo, estabelece diálogos que irão ter reflexos na tomada de decisão, visando minimizar o impacto dos casos de adulteração de bebidas por etanol e prejuízos econômicos em uma das cadeias de negócios importantes do país.

O ministro da Justiça destacou a necessidade de fazer distinção entre os que atuam corretamente e os que recorrem à adulteração intencionalmente. No dia 7 ocorreu o primeiro encontro de representantes do governo federal e os da indústria de bebidas alcoólicas e da Associação de Combate à Falsificação.

Em outra ação, o governo reforçou a busca aos centros de informações toxicológicas por parte de consumidores de bebidas alcoólicas que se sintam mal. São 32 centros no Brasil. O Amazonas é um dos 17 estados que possuem CIT, instalado na avenida Apurinã, bairro Praça 14 de Janeiro. Os números de contatos disponibilizados são:
Telefone Emergência: (92) 3305-4702 / 0800-722-6001; e (92) 3305-4732.

Alguns dos sintomas após a ingestão de bebida adulterada por etanol aparecem, de acordo com especialistas da saúde, entre 6h e 72h após a ingestão da substância. Informações divulgadas pelo governo, por meio da Agência Brasil, alertam para reações que podem ser associadas às de ressaca. São elas: dor abdominal, visão adulterada, confusão mental, desconforto gástrico e náusea.