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A Crítica
Opinião

Mudança Profunda 1

Por Humberto Figliuolo, Farmacêutico

Publicado em 27/10/2020 às 12h44 · Atualizado em 24/03/2022 às 23h00

Você sabe quando vai ficar doente? Você sabe quando vai morrer? Sem dúvida alguma, vivemos cheios de dúvidas e numa época de instabilidade. Muitas pessoas estão preocupadas com o rumo da humanidade. Há movimentos incessantes, agitações, algo às vezes chamado de progresso ou evolução. Mas a situação atual não é boa, e em algumas áreas, as projeções para o futuro são assombrosas.

Num mundo incerto, no qual vivemos, sempre se encontra algo que se diferencia das outras ações. E a principal diferença são os medicamentos, onde a indústria farmacêutica mundial encontra-se em meio a uma revolução. A tecnologia está mudando e o conhecimento se expandindo. São boas as perspectivas para o futuro das drogas, como um meio de tornar as pessoas saudáveis e com mais expectativa de vida.

A pesquisa farmacêutica, até 2020, garante que conseguirá grandes avanços sobre algumas enfermidades graves. São boas as perspectivas de uma sociedade relativamente livre de moléstias, à medida que a pesquisa decifra os enigmas biológicos que as doenças apresentam.

Na medida em que aprendemos mais sobre nosso sistema imunológico podemos estar em condição de tratar o câncer com muito mais eficácia. Também sobre neurotransmissores (moléculas que transmitem a atividade cerebral) e o funcionamento do cérebro, teremos condições de aumentar o prazer, aliviar a dor,  a ansiedade e tratar males relacionados com a tensão (estresse). Disporemos de meios mais eficazes para o controle da natalidade, tanto para homens como para mulheres.

A concretização dessas mudanças profundas ocorrerá com certeza. Continuaremos com o assunto, pois falta falarmos sobre a engenharia genética, a farmacologia da natureza e até do computador.