O Clã das Jibóias na terra natal de Carlos Gracie
E a saga do longa-metragem sobre o desenvolvimento do arte suave na Amazônia, a partir de sua história nos estados do Amazonas e no Pará, continua rompendo fronteiras e alcançando novas praças.

Heraldo Daniel apresentando o longa-metragem no festival paraense agora no mês novembro (Divulgação)
A obra foi dirigida por Heraldo Daniel Moraes e produzida por Maroaga Cultural e Rizoma Audiovisual (de Gustavo Soranz e Erlam Morais), tomando por base a pesquisa do Professor Rildo Heros de Medeiros e deste que vos escreve, Almério Augusto.
Depois do lançamento do longa-metragem em Belém do Pará, dentro do Festival Pan Amazônico de Cinema, que aconteceu em meados de novembro, o documentário se prepara para a distribuição no Brasil e no mundo.

O filme estará em exibição agora em dezembro no Cine Casarão (Divulgação)
Para quem ainda não assistiu a obra, estará com exibição marcada para o dia 14 de dezembro no Cine Casarão de Ideias, um cinema bem legal e descolado que fica na Rua Barroso, centro da capital amazonense, com horário marcado para as 19h, com entrada gratuita.
A distribuição é o maior gargalo da produção, e está sendo possível graças aos parceiros culturais como: Jornal Acritica, Samel e Agua Puríssima, devido ao custo de empacotamento e legendas em várias línguas. Vale registrar aqui o importantíssimo apoio dado pelo Centro Universitário FAMETRO e do Governo do Estado do Amazonas, por meio da AmazonasTur e da SEC/AM.

Longa-metragem conta a história de grandes campeões do Amazonas pelo globalizado mundo da arte suave (Divulgação)
O Clã das Jibóias tem previsão de estreia no Streaming para o começo de 2023, dependendo da negociação a ser concluída com a empacotadora. Quando isso acontecer a obra deverá atingir, de fato, o grande público que deseja conhecer a trajetória do Jiu-Jitsu no norte do Brasil.
Agora o diretor Heraldo Daniel está focado em exibir o documentário nos festivais de cinema Brasil afora, mostrando principalmente que o jiu jitsu da Amazônia não é apenas uma luta, mas uma forte manifestação cultural desse povo, sobretudo no Amazonas.
“Existe uma antropologia no fundo do tema. A tapioca, o açaí fazem parte da cultura do norte sendo levada para o mundo todo”, diz o diretor.