Roteiro de alegorias do Caprichoso ainda não está definido
De acordo com o roteiro de apresentações,o bumbá contaria com três alegorias, mas a Lenda Amazônica “Tandavú– A fera dos rios”, dos artistas Nei Meireles e Márcio Gonçalves, teve de ser utilizada na primeira noite do evento, após a alegoria Lenda Amazônica “Juma” quebrar
No segundo dia de apresentação, marcado para hoje (25), na arena do Bumbódromo, o Boi da nação azul ebranca fecha a noite com o espetáculo “Viva nossa floresta”. De acordo com o roteiro de apresentações,o Caprichoso contaria com três alegorias, mas a Lenda Amazônica “Tandavú– A fera dos rios”, dos artistas Nei Meireles e Márcio Gonçalves, teve de ser utilizada na primeira noite do evento, após a alegoria Lenda Amazônica “Juma” quebrar na manhã de ontem (24), na Praça dos Bois.
“Primeiro, um tubo rompeu e, depois, os outros também e, por isso, nós decidimos soldá-los. Até o momento ainda não sabemos se a alegoria irá ser apresentada na segunda ou na terceira noite do Caprichoso.
Quem decidirá será o Conselho de Arte”, declarou Amoedo em entrevista.
Até agora estão certos na apresentação de hoje a Figura Típica Regional “O pescador” e o Ritual Indígena “Monhagaripi”, respectivamente dos alegoristas Karú Carvalho e Jucelino Ribeiro.
O responsável pela concepção do espetáculo, Chico Cardoso, informou que o ritual será uma grande homenagem à floresta.
“Porque é ela e os nossos rios que nos dão matéria prima para esse nosso imaginário louco dos artistas parintinenses que criam umas coisas que a gente tem que correr atrás pra poder colocar na Arena. Nessa noite, vamos levar o ritual Monhagaripi, que é um ritual de passagem e, ao mesmo tempo, de cura”, disse o integrante do Conselho de Arte do Caprichoso.