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A Crítica
Polícia

Primeiro dia de julgamento termina com interrogatório dos réus

Os policiais militares Erivelton Hermes, Marcelino Brito e Ivanildo Rosas foram ouvidos pelo envolvimento no homicídio de Henrig Oliveira, 15 anos, morto com tiros nas costas em 2018

Publicado em 24/07/2024 às 21h07 · Atualizado em 24/07/2024 às 22h05
Primeiro dia de julgamento termina com interrogatório dos réus
Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução

O primeiro dia do julgamento do Caso Hering realizado nesta quarta-feira (24), no Fórum Ministro Henoch da Silva Reis, bairro São Francisco, zona Centro-Sul, finalizou a fase de instrução no plenário, com os depoimentos das testemunhas e o interrogatório dos réus, os policiais militares Erivelton de Oliveira Hermes, Marcelino Brito de Freitas e Ivanildo Rosas de Oliveira.

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O julgamento será retomado nesta quinta-feira (25), a partir das 8h15, na fase dos debates entre defesa e acusaçao, à cargo do promotor de Justiça, Flávio Mota Morais, representante do Ministério Público Estadual no Amazonas (MPE-AM) segundo informações da assessoria do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). 

A sessão é presidida pelo juiz de direito Saulo Góes Pinto, da 3ª Vara do Tribunal do Júri, e começou na manhã desta quarta-feira (23) com o depoimento a delegada de Polícia Civil, responsável pela seccional da zona Oeste na época do crime. 

Relembre 

O adolescente Hering Silva Oliveira, 15 anos, foi morto por disparos de arma de fogo que o atingiram nas costas na tarde, por volta das 16h, do dia 25 de outubro de 2018. A mãe de Hering, identificada como Marlene Silva, acusou a guarnição da 5ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) pelos tiros. 

Hering  chegou a ser socorrido no Serviço de Pronto-Atendimento (SPA) do bairro São Raimundo, situada na praça Ismael Benígno, naquele bairro, na zona Oeste de Manaus, mas não resistiu e foi a óbito. Na época, moradores foram até a 5ª Cicom e danificaram a fachada da unidade policial. 

O TJAM em outubro daquele ano determinou a prisão preventiva dos policiais militares Erivelton de Oliveira Hermes e Francisco Adson Bezerra Rocha por envolvimento no homicídio de Hering. A versão apresentada por Erivelton e Francisco argumentava que Hering teria reagido à ação policial. No entanto, um exame de pólvora nas mãos da vítima derrubou a argumentaçao apresentada pelos dois policiais. 

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