Nesta semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.357, que autoriza a implementação de farmácia ou drogaria em supermercados. Enquanto a norma altera a configuração atual dos mercados, as farmácias de todo o Brasil descobriram um novo horizonte para ganhar mais dinheiro.
Nos últimos anos, as farmácias vêm passando por uma transformação. Antes lugares focados na venda de medicamentos e produtos de saúde, as drogarias começaram a aumentar seu portfólio de conveniência, o que ajudou a aumentar consideravelmente o faturamento do setor.
Ao entrar em um estabelecimento desse atualmente, o consumidor se depara com chocolates, balas, chicletes, bebidas geladas e até itens presenteáveis, como ursinhos de pelúcia. Essa mudança de perspectiva está ancorada na ideia de aproveitar o fluxo de clientes que já frequentam as lojas diariamente.

Muitos consumidores, ao se depararem com esses produtos de baixo custo e fácil consumo, acabam quase sempre levando algo a mais. Ou seja, são estratégias para estimular esse tipo de comportamento por parte das farmácias, que oferecem funcionamento 24 horas, a depender da rede e da localidade.
Supermercados vão abrigar farmácias
Conforme destacado anteriormente, os supermercados vão poder instalar farmácias ou drogarias em suas áreas de venda daqui em diante. Publicada nesta semana no Diário Oficial da União, a medida está inserida na Lei nº 15.357.
As áreas devem ser instaladas no interior dos supermercados, em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade. Além disso, o texto prevê que devem ser operadas diretamente, sob mesma identidade fiscal, ou mediante contrato com farmácia ou drogaria licenciada e registrada em órgãos competentes.
Os supermercados, por sua vez, não podem fazer oferta de medicamentos em áreas abertas, comunicáveis ou sem separação funcional completa, como bancadas, estandes ou gôndolas externas ao espaço da farmácia ou drogaria.






