O Governo Lula liberou bilhões de reais para os brasileiros comprarem caminhões. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, o programa Move Brasil usou R$ 6,3 bilhões dos R$ 10 bilhões disponibilizados pela atual gestão em dois meses de operação.
A informação foi dada pelo vice-presidente durante visita à concessionária da Scania, no entorno de Brasília, no fim de semana. Alckmin afirmou que a resposta do programa tem sido espetacular. A demanda é forte e, inclusive, será necessário um investimento maior para atender as solicitações.
“Então, lançamos o Move Brasil, colocando R$ 10 bilhões, e saímos de juros em média de 23% para 13%. Se for fundo do clima, 6%. E a resposta foi espetacular. Nós estamos com dois meses do Move Brasil. Dos R$ 10 bilhões, já foram aplicado R$ 6,3 bilhões. A demanda existe. A demanda é forte. Precisaremos até de mais, mais recursos. A demanda é muito boa”, declarou o ex-governador de São Paulo.

O Move Brasil foi lançado pelo governo neste ano, com o objetivo de estimular a renovação da frota brasileira de caminhões. O programa oferece financiamento com taxas de juros mais baixas para caminhoneiros autônomos e cooperativados.
Empresas de transporte rodoviário de cargas que atendam a critérios de sustentabilidade e de conteúdo local também podem se valer da medida. Ao todo, o Move Brasil oferece R$ 10 bilhões de crédito, entre recursos do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Move Brasil visa renovação da frota brasileira
Conforme destacado anteriormente, o propósito do programa Move Brasil é a renovação da frota de caminhões do país. Ponto que foi destacado por Alckmin em seu lançamento.
“Nós queremos renovar a frota de caminhões no país, então o governo está colocando R$ 10 bilhões para reduzir a taxa de juros, que estava entre 22% e 25%, para 13% a 14%. Vamos financiar caminhões novos, para a indústria automotiva de caminhões crescer ainda mais, gerar mais emprego, mais renda, melhorar a logística no país, reduzir custos, melhorar a competitividade”, disse, na ocasião.






