Aposentados e pensionistas vinculados ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem se organizar para os depósitos antecipados do 13º salário. O pagamento da primeira parcela começa no dia 24 de abril, seguindo o número final do benefício. A medida promete movimentar a economia e reforçar o orçamento de milhões de famílias.
Pagamentos começam em abril
A liberação inicial contempla segurados que recebem até um salário mínimo e possuem final 1 no NIS. Os valores serão depositados junto com o benefício mensal, sem necessidade de solicitação. O cronograma segue de forma escalonada até o início de maio, respeitando o número final do cartão.
A segunda etapa do pagamento ocorrerá entre o fim de maio e o início de junho. Nessa fase, será creditada a parcela complementar, completando o valor total do abono anual. O calendário também acompanha o número final do benefício, mantendo o mesmo critério da primeira rodada.
Impacto econômico e abrangência
A antecipação do 13º salário deve gerar impacto significativo na economia regional. Somente no estado do Rio de Janeiro, a estimativa é de mais de R$ 7 bilhões em circulação. O valor beneficia milhões de segurados, incluindo aposentados, pensionistas e pessoas que recebem auxílios previdenciários.
Têm direito ao pagamento antecipado aqueles que receberam benefícios como aposentadoria, pensão por morte e auxílios diversos ao longo de 2026. A inclusão segue critérios já estabelecidos pela Previdência Social. O objetivo é ampliar o acesso ao recurso em um período estratégico do ano.

Quem fica de fora e regras do calendário
Apesar da abrangência, alguns beneficiários não recebem o 13º salário. É o caso de quem é atendido pelo Benefício de Prestação Continuada e pela Renda Mensal Vitalícia. Esses programas possuem regras próprias e não incluem o pagamento do abono anual.
As datas são organizadas conforme o número final do benefício, ignorando o dígito verificador. Para quem ganha acima do salário mínimo, o calendário é agrupado em finais combinados.





